Todas as 19 apresentações usam participação oral, diretamente com o professor. Não há atividade de escrita, duplas ou grupos. Os alunos podem responder de seus lugares ou acompanhar em silêncio.
Apresente a situação, ouça uma resposta e peça sua razão. Acrescente uma informação ou uma objeção e devolva a pergunta. Se a turma ficar em silêncio, ofereça uma hipótese para examinar. Não exija unanimidade nem mudança de opinião.
O percurso completo dura 50 minutos. A virada ★ começa aos 35 minutos e ocupa cinco minutos. As versões de 45 e 40 minutos retiram trechos opcionais e encurtam comentários, mantendo a virada e o fechamento. O índice apresenta os tempos recalculados.
Abra o HTML em paisagem e confira a leitura no fundo da sala. Fontes, imagens e os estudos sonoros de Imaginário estão incorporados aos arquivos. As referências externas precisam de conexão apenas para consulta. Painéis e notas aparecem no espelhamento; consulte o guia em outro aparelho ou use uma cópia para o professor.
Pergunte sobre os casos fictícios. Não recolha intimidade, tempo de tela ou informações clínicas dos alunos. Em Conversas, o professor faz a fala do cliente ou do amigo e escuta uma resposta. Não há representação entre alunos. Em Imaginário, a escuta é seguida de conversa e interpretação oral.
Observe se o aluno explica um conceito, apoia uma interpretação no caso e considera uma objeção. Esses elementos podem orientar sua devolutiva oral. Não atribua nota a personalidade, exposição pessoal, sentimentos ou adesão a um hábito. Acompanhar a conversa sem falar também é permitido.
No 1º ano, peça reconhecimento de conceitos em situações concretas. No 2º, acrescente condições conflitantes e peça que expliquem o que muda na decisão. As séries indicadas no catálogo são propostas de encaixe e não substituem a ementa da escola.
O banco de 66 dilemas permite trocar um caso, sem acrescentar carga ao encontro. Selecione a situação e leia para a turma. Não é necessário imprimir ou distribuir cartas.
Se precisar substituir uma cena, o professor pode fazer o pedido de um cliente que quer cancelar uma assinatura ou de alguém que pede uma garantia antes do resultado de uma seleção. O aluno responde de seu lugar. Uma pergunta adicional do professor permite rever a fala.
Há dois estudos sonoros originais de 24 segundos incorporados à aula. Teste o volume antes. Você pode selecionar outras peças locais no painel. Sem som, leia o trecho do convite em dois ritmos e discuta o efeito percebido, identificando a adaptação.
2º ano · Autoconhecimento
Deixar de se vigiar para conseguir escutar alguém.
Participação exclusivamente oral, com o professor. Sem escrita ou atividades em grupo.
Ritmo: Presença exige compreender antes de responder.
Conversa com a turma: aproximadamente 14 minutos previstos no percurso de 50 minutos. Estimativa de condução, ajustável às respostas.
Dinâmicas: Interpretação oral de uma conversa; Conversa com informação nova.
Ato: Formular uma pergunta para compreender o amigo antes de aconselhar.
Apresente o tema e observe a imagem com a turma. Avance para o caso de abertura. A imagem introduz uma situação retomada no percurso.
Condução: dê tempo para olhar; faça apenas a pergunta central depois da observação. Espere a turma observar. Na ilustração, um jovem tenta conversar e a amiga olha o telefone. Não declare o sentimento de nenhum deles: pergunte o que é visível. Imagem: Ilustração original da cena; serve à observação dos elementos descritos. Peça que observem mãos, olhares e distância antes de interpretar a cena. Composição R14: imagem integrada ao slide; mantenha a legenda fora dos rostos e dos detalhes em análise.
Dê tempo para observar. Peça uma justificativa ancorada no que aparece na tela. Retome a cena anterior antes de avançar. Composição R14: imagem integrada ao slide; mantenha a legenda fora dos rostos e dos detalhes em análise.
Condução: leia ou conte a cena inteira antes de comentá-la. Desenvolva a explicação a partir dos detalhes projetados. Não solicitar uma resposta a cada frase.
Condução: exposição do professor; não abrir uma rodada de respostas nesta tela. Desenvolva a explicação a partir dos detalhes projetados. Não solicitar uma resposta a cada frase.
EXPOSIÇÃO DO PROFESSOR. No caso de Pedro, olhar para o telefone é observável. Concluir que a amiga não se importa é uma interpretação possível, mas ainda incompleta. Ensine a diferença usando o caso antes de pedir qualquer exemplo dos alunos. Mostre que também a amiga interpretou o silêncio de Pedro. A leitura apressada existe dos dois lados.
Condução: conversa direta com o professor; peça razões e acompanhe a resposta, sem distribuir papéis. Ouça interpretações das duas pessoas. Peça que se apoiem na sequência da cena, não em rótulos como egoísta ou carente. Leitura visual: Compare a posição do telefone e a direção do olhar nas duas cenas. A imagem é uma situação construída para análise, não um registro de pesquisa. Composição R14: imagem integrada ao slide; mantenha a legenda fora dos rostos e dos detalhes em análise.
Leia só a primeira fala inicialmente. Discuta por que presença inclui ambiente e privacidade; a resposta não é obrigar Pedro a se abrir.
Condução: exposição do professor; não abrir uma rodada de respostas nesta tela. Retire a ideia de que a amígdala desliga a razão ou detecta máscaras. Não exija olhar nos olhos. A prática avalia ações comunicativas, não fisiologia nem temperamento.
Demonstre com a fala de Pedro. Use “Você queria conversar em outro lugar?” e aceite a correção do personagem. Esta é uma prática de escuta, não um resultado de experimento. Reserva: esta tela sai dos percursos de 45 e 40 minutos.
Leia as duas falas com uma pausa. Mostre que escuta não é adivinhar perfeitamente: é permitir correção. A preocupação financeira pertence ao caso fictício; não peça que alunos exponham renda ou problemas familiares.
Condução: conversa direta com o professor; peça razões e acompanhe a resposta, sem distribuir papéis. Conte: “Eu cheguei para uma reunião e ninguém estava lá.” Aceite perguntas e acrescente que o horário havia mudado. Explore como uma informação altera a interpretação. Não premiar rapidez. Reserva: esta tela sai dos percursos de 45 e 40 minutos.
Estudo de 2011 com 40 pessoas, incluindo 14 adolescentes. No grupo adolescente, observaram mais decisões arriscadas com os pares. A interação idade × condição no comportamento não foi significativa. Não converter isso em “todo adolescente perde o controle”. Faça a ponte com a importância do contexto social.
Condução: exposição do professor; não abrir uma rodada de respostas nesta tela. Desenvolva a explicação a partir dos detalhes projetados. Não solicitar uma resposta a cada frase.
Leia devagar. Ouça uma resposta e peça que localize a razão nos fatos do caso. Não peça relatos pessoais. Esta pausa muda a interpretação antes da próxima evidência. Reserva: esta tela sai dos percursos de 45 e 40 minutos. Leitura visual: A segunda cena retoma a escuta: Pedro ainda procura palavras. A imagem é uma situação construída para análise, não um registro de pesquisa. Composição R14: imagem integrada ao slide; mantenha a legenda fora dos rostos e dos detalhes em análise.
Retome o caso de Pedro. Diferencie acolher um relato, esclarecer fatos e ajudar numa decisão. Essas são possibilidades de conversa, não uma técnica que garante que alguém se abra.
Condução: conversa direta com o professor; peça razões e acompanhe a resposta, sem distribuir papéis. Interpretação de Frankl, sem citação literal. Volte ao amigo do corredor: o que ele precisava que você percebesse? Não equipare timidez a egoísmo. Dê tempo de silêncio. Permita pensar em silêncio ou comentar o caso fictício, sem exigir relato pessoal. Preserve os cinco minutos desta virada.
Condução: conversa direta com o professor; peça razões e acompanhe a resposta, sem distribuir papéis. Desenvolva a explicação a partir dos detalhes projetados. Não solicitar uma resposta a cada frase.
Condução: exposição do professor; não abrir uma rodada de respostas nesta tela. Desenvolva a explicação a partir dos detalhes projetados. Não solicitar uma resposta a cada frase. No percurso de 40 minutos, esta passagem dispõe de 1 minuto(s), em vez de 6.
1º ano · Autoconhecimento
O intervalo entre querer alguma coisa e escolher o que merece atenção.
Participação exclusivamente oral, com o professor. Sem escrita ou atividades em grupo.
Ritmo: Buscar uma recompensa e sentir prazer com ela são processos diferentes.
Conversa com a turma: aproximadamente 14 minutos previstos no percurso de 50 minutos. Estimativa de condução, ajustável às respostas.
Dinâmicas: Discussão do caso de Lia.
Ato: Sugerir uma condição que ajude Lia a terminar o que pretendia fazer.
Apresente o tema e observe a imagem com a turma. Avance para o caso de abertura. Ilustração conceitual contemporânea gerada para esta aula; não apresentar como registro histórico.
Condução: leia ou conte a cena inteira antes de comentá-la. Desenvolva a explicação a partir dos detalhes projetados. Não solicitar uma resposta a cada frase.
Condução: exposição do professor; não abrir uma rodada de respostas nesta tela. Desenvolva a explicação a partir dos detalhes projetados. Não solicitar uma resposta a cada frase. Imagem: Exemplo sensorial explícito de uma pista que pode despertar vontade antes do consumo. Composição R14: imagem integrada ao slide; mantenha a legenda fora dos rostos e dos detalhes em análise.
Condução: exposição do professor; não abrir uma rodada de respostas nesta tela. Apresente wanting e liking, sem reduzir toda vontade à dopamina. A revisão trata sistemas de recompensa e dependência; uma cena de feed é aplicação didática, não diagnóstico. Conteúdo de apoio da composição anterior: Querer Motivação para buscar uma recompensa. Gostar Prazer ao recebê-la. Os processos podem se separar.
Berridge & Robinson revisam a dissociação. São medidas comportamentais em animais; não se mede “felicidade” e não se autoriza mexer em dopamina para estudar. Leia o contraste e peça que a turma explique por que querer e gostar não são sinônimos.
EXPOSIÇÃO DO PROFESSOR. Explique antes de pedir aplicação a Lia. O cheiro do café pode mobilizar uma busca; beber um café ruim não produz necessariamente o prazer esperado. O exemplo ajuda a compreender uma distinção, mas não mede a atividade cerebral. Use termos acessíveis sem inventar a quantidade de dopamina liberada pelo aplicativo.
Condução: exposição do professor; não abrir uma rodada de respostas nesta tela. Não diga que toda notificação produz o mesmo pico.
Use apenas as duas mensagens projetadas. Ouça duas justificativas. Depois diga que B era conteúdo irrelevante: o exercício distingue força da pista de qualidade da recompensa; não mede dopamina.
EXPOSIÇÃO DO PROFESSOR. Leia o exemplo de duas mensagens. Diferencie o conteúdo real e a expectativa provocada. Não afirmar que toda notificação é um mecanismo de dependência; uma mensagem útil também mobiliza atenção. Pergunte pela consequência observável: o que Lia foi buscar, o que recebeu e o que continuou fazendo.
Condução: dê tempo para olhar; faça apenas a pergunta central depois da observação. Desenvolva a explicação a partir dos detalhes projetados. Não solicitar uma resposta a cada frase. Imagem: Imagem humorística do acervo: estranhamento diante de um objeto moderno numa figura clássica. Composição R14: imagem integrada ao slide; mantenha a legenda fora dos rostos e dos detalhes em análise.
Comparação didática entre formatos. Não atribua a cada deslize uma quantidade de dopamina. Relacione a ausência de encerramento com a tarefa que Lia pretendia cumprir.
Condução: conversa direta com o professor; peça razões e acompanhe a resposta, sem distribuir papéis. Dedique a conversa à distinção querer/gostar. Não inferir dependência nem quantificar dopamina. Peça exemplo diferente de celular. Reserva: esta tela sai dos percursos de 45 e 40 minutos.
Leia as três categorias. Esta resposta é autorrelato, diferente dos registros automáticos de notificações. Não diagnostique a turma; não trate a amostra como estimativa para todo adolescente brasileiro.
Condução: exposição do professor; não abrir uma rodada de respostas nesta tela. Explicite a diferença entre observação de sala e pesquisa. Não ofereça abstinência universal, banho frio ou prazo para restaurar uma linha de base. Reserva: esta tela sai dos percursos de 45 e 40 minutos.
Leia devagar. Ouça uma resposta e peça que localize a razão nos fatos do caso. Não peça relatos pessoais. Esta pausa muda a interpretação antes da próxima evidência. Reserva: esta tela sai dos percursos de 45 e 40 minutos. Leitura visual: O aparelho foi colocado de lado; mochila, livro e chaves apontam outros compromissos. A imagem é uma situação construída para análise, não um registro de pesquisa. Composição R14: imagem integrada ao slide; mantenha a legenda fora dos rostos e dos detalhes em análise.
EXPOSIÇÃO DO PROFESSOR. Não rotule alunos como dependentes nem aplique uma lista diagnóstica. Retome o mecanismo, mostre que escolhas e ambiente podem colaborar, e preserve a diferença entre ensino de psicologia e avaliação clínica.
Condução: conversa direta com o professor; peça razões e acompanhe a resposta, sem distribuir papéis. Leitura filosófica, não tratamento do tédio. Não afirme que todo tédio é vazio existencial ou que ter propósito cura sofrimento. Permita pensar em silêncio ou comentar o caso fictício, sem exigir relato pessoal. Preserve os cinco minutos desta virada.
Condução: conversa direta com o professor; peça razões e acompanhe a resposta, sem distribuir papéis. Retome o caso em conversa direta com a turma. Examine a finalidade e as condições da sugestão para Lia. A participação é voluntária. Não solicitar tarefa escrita.
Condução: exposição do professor; não abrir uma rodada de respostas nesta tela. Desenvolva a explicação a partir dos detalhes projetados. Não solicitar uma resposta a cada frase. No percurso de 40 minutos, esta passagem dispõe de 1 minuto(s), em vez de 6. Leitura visual: Retome o gesto de encerrar uma tarefa antes de passar à próxima. A imagem é uma situação construída para análise, não um registro de pesquisa. Composição R14: imagem integrada ao slide; mantenha a legenda fora dos rostos e dos detalhes em análise.
1º e 2º anos · Filosofia e Antropologia
Escolher exige examinar fatos, obrigações e alternativas.
Participação exclusivamente oral, com o professor. Sem escrita ou atividades em grupo.
Ritmo: Julgar bem exige razões que sobrevivam à mudança do caso.
Conversa com a turma: aproximadamente 20 minutos previstos no percurso de 50 minutos. Estimativa de condução, ajustável às respostas.
Dinâmicas: Discussão de dilemas; Comparação de razões em casos diferentes.
Ato: Defender uma resposta ao amigo do festival e considerar uma objeção.
Comece pela carteira e pela pressa. Peça uma decisão e escute a razão que a sustenta. A aula vai acrescentar informações para examinar se essa razão continua válida; não transforme a primeira resposta num julgamento do aluno. Ilustração conceitual criada para esta aula; não é registro de pesquisa nem fotografia documental.
Condução: leia ou conte a cena inteira antes de comentá-la. Desenvolva a explicação a partir dos detalhes projetados. Não solicitar uma resposta a cada frase. Imagem: Apresentar um objeto achado: a decisão envolve dinheiro de outra pessoa. Composição R14: imagem integrada ao slide; mantenha a legenda fora dos rostos e dos detalhes em análise.
Condução: conversa direta com o professor; peça razões e acompanhe a resposta, sem distribuir papéis. Desenvolva a explicação a partir dos detalhes projetados. Não solicitar uma resposta a cada frase.
EXPOSIÇÃO DO PROFESSOR. Explique com a carteira. Ter uma dívida real aumenta o interesse em ficar com o dinheiro, mas não muda automaticamente quem é o dono. Distinguir explicar a tentação e justificá-la moralmente. Não transformar a turma em tribunal de pessoas reais. No percurso de 40 minutos, esta passagem dispõe de 1 minuto(s), em vez de 4.
Condução: exposição do professor; não abrir uma rodada de respostas nesta tela. A classificação organiza a conversa sem substituir o exame dos fatos. Não apresentar alternativas moralmente equivalentes quando há ameaça à segurança.
Dê tempo para observar. Peça uma justificativa ancorada no que aparece na tela. Retome a cena anterior antes de avançar.
Condução: leia ou conte a cena inteira antes de comentá-la. Desenvolva a explicação a partir dos detalhes projetados. Não solicitar uma resposta a cada frase. Apoio conceitual da versão anterior: A promessa Você combinou uma visita neste horário. A avó está esperando. O pedido de ajuda Um amigo recebeu uma notícia difícil e pede companhia. Você ainda não sabe se ele está sozinho. Leitura visual: A mesa preparada torna visível a pessoa que espera; a outra cena sugere o deslocamento. A imagem é uma situação construída para análise, não um registro de pesquisa. Composição R14: imagem integrada ao slide; mantenha a legenda fora dos rostos e dos detalhes em análise.
Condução: conversa direta com o professor; peça razões e acompanhe a resposta, sem distribuir papéis. Evite hierarquia automática entre parentes e amigos. Definir urgência e possibilidades de renegociar honestamente.
Apresente o problema como experimento de pensamento, não como relato real. Esclareça as condições: cinco pessoas num trilho, uma no outro e nenhuma possibilidade de parar o trem. Depois da primeira resposta, ensine a diferença entre ação, intenção e consequência. Não acrescente detalhes que eliminem o conflito antes de examinar as razões.
Análise didática do caso, não citação de Aristóteles. Diferencie finalidade, meio e efeito previsto. Não faça uma votação para determinar o valor de uma vida; peça justificativas sobre a ação.
Condução: conversa direta com o professor; peça razões e acompanhe a resposta, sem distribuir papéis. Desenvolva a explicação a partir dos detalhes projetados. Não solicitar uma resposta a cada frase.
Aplicação filosófica sobre deliberação, não experimento que mede a moralidade da sala. Não pedir que alunos encenem dano físico.
Caso hipotético da ponte, da tradição de discussão do problema do bonde. A premissa é deliberadamente artificial. Não use peso corporal ou aparência de alunos no exemplo. Compare provocar a morte como meio e prever uma morte ao desviar o trem.
Condução: exposição do professor; não abrir uma rodada de respostas nesta tela. Aqui o eixo é proteção. Não votar se merece ajuda. Procurar adulto de confiança e equipe responsável; não investigar nem prometer sigilo absoluto. Professor deve conhecer canais reais antes da aula. Reserva: esta tela sai dos percursos de 45 e 40 minutos.
Retome casos já apresentados: a pessoa que procura a carteira, a avó que espera e o amigo que pede ajuda. Peça que uma resposta identifique a ação, a pessoa afetada e a razão da escolha. A aproximação com Frankl é uma interpretação pedagógica, não uma citação literal. Não exigir relato pessoal. Preserve os cinco minutos desta virada. Apoio conceitual da versão anterior: 01 O fato inicial 02 Uma informação nova 03 O motivo se sustenta? Leitura visual: Volte à mesa: alguém preparou a visita e será afetado pela decisão. A imagem é uma situação construída para análise, não um registro de pesquisa. Composição R14: imagem integrada ao slide; mantenha a legenda fora dos rostos e dos detalhes em análise.
EXPOSIÇÃO DO PROFESSOR. Conduza uma única cadeia de e se, como nas aulas originais: o dono da carteira aparece; o dinheiro pagaria uma dívida; o dono é alguém de quem não gostamos. Mostre em que ponto a titularidade do dinheiro mudou ou permaneceu. Ensine a estrutura do argumento antes da resposta oral.
Condução: leia ou conte a cena inteira antes de comentá-la. Desenvolva a explicação a partir dos detalhes projetados. Não solicitar uma resposta a cada frase.
Retome o vídeo apresentado na tela anterior. Peça uma fala concreta que identifique o problema e uma possibilidade de ajuda. O amigo pode discordar; sinceridade cuidadosa não garante aceitação.
Condução: conversa direta com o professor; peça razões e acompanhe a resposta, sem distribuir papéis. Desenvolva a explicação a partir dos detalhes projetados. Não solicitar uma resposta a cada frase.
Condução: exposição do professor; não abrir uma rodada de respostas nesta tela. Desenvolva a explicação a partir dos detalhes projetados. Não solicitar uma resposta a cada frase.
2º ano · Eu e o mundo
Ensaiar a verdade, o cuidado e os limites nas conversas reais.
Participação exclusivamente oral, com o professor. Sem escrita ou atividades em grupo.
Ritmo: Uma conversa difícil precisa tornar a realidade compartilhável e permitir uma ação.
Conversa com a turma: aproximadamente 27 minutos previstos no percurso de 50 minutos. Estimativa de condução, ajustável às respostas.
Dinâmicas: Conversa conduzida em três situações; Retomada de uma resposta.
Ato: Responder oralmente ao professor numa das situações e reformular depois de uma pergunta.
As cadeiras introduzem duas posições diante de um problema. Avance para a reclamação do cliente: o produto parou, mas a causa ainda não foi esclarecida. Ensine a separar observação, interpretação e pedido antes de retomar a participação oral. Ilustração conceitual criada para esta aula; não é registro de pesquisa nem fotografia documental.
Condução: leia ou conte a cena inteira antes de comentá-la. Desenvolva a explicação a partir dos detalhes projetados. Não solicitar uma resposta a cada frase. Composição R14: imagem integrada ao slide; mantenha a legenda fora dos rostos e dos detalhes em análise.
Dê tempo para observar. Peça uma justificativa ancorada no que aparece na tela. Retome a cena anterior antes de avançar.
Condução: conversa direta com o professor; peça razões e acompanhe a resposta, sem distribuir papéis. Professor: “Preciso dele hoje. Você troca agora?” Ouça a resposta; se prometer sem verificar, pergunte como sabe que pode cumprir. Se pedir dados, forneça que não tem a nota consigo. Não gritar.
Dê tempo para observar. Peça uma justificativa ancorada no que aparece na tela. Retome a cena anterior antes de avançar.
EXPOSIÇÃO DO PROFESSOR. Faça uma demonstração curta como atendente. “Ele chegou a carregar?” produz informação; “Você usou errado?” já acusa. Explique que cordialidade e investigação não substituem direitos ou procedimentos reais; o caso é uma prática de comunicação, não orientação jurídica. No percurso de 40 minutos, esta passagem dispõe de 1 minuto(s), em vez de 3.
Condução: exposição do professor; não abrir uma rodada de respostas nesta tela. Desenvolva a explicação a partir dos detalhes projetados. Não solicitar uma resposta a cada frase. Reserva: esta tela sai dos percursos de 45 e 40 minutos.
Observe a espera e a chegada na ilustração. A causa do atraso não pode ser deduzida da aparência. Faça a distinção entre perguntar o que houve e ignorar o efeito do atraso sobre os demais.
Condução: leia ou conte a cena inteira antes de comentá-la. Ficção de trabalho, sem ameaça de demissão encenada. Não dizer que admitir erro impede consequências. Papel do chefe: fazer perguntas de impacto e providência. Apoio conceitual da versão anterior: Arquivo Apagado Agora Reunião Daqui a pouco Outras pessoas esperam Resposta Ainda possível Avisar + buscar cópia Leitura visual: O projeto e a reunião continuam existindo mesmo depois da perda do arquivo. A imagem é uma situação construída para análise, não um registro de pesquisa. Composição R14: imagem integrada ao slide; mantenha a legenda fora dos rostos e dos detalhes em análise.
Dê tempo para observar. Peça uma justificativa ancorada no que aparece na tela. Retome a cena anterior antes de avançar.
EXPOSIÇÃO DO PROFESSOR. Dê as três frases na sequência, mostre a função de cada uma e reconstrua a conversa. Não vender o esquema como fórmula universal cientificamente validada. É uma ferramenta didática para impedir que a acusação ocupe o lugar da informação.
Condução: conversa direta com o professor; peça razões e acompanhe a resposta, sem distribuir papéis. Pergunte pelo arquivo no papel de quem coordena a reunião. Ouça uma resposta, esclareça o impacto e permita reformulação.
Dê tempo para observar. Peça uma justificativa ancorada no que aparece na tela. Retome a cena anterior antes de avançar.
Leia devagar. Ouça uma resposta e peça que localize a razão nos fatos do caso. Não peça relatos pessoais. Esta pausa muda a interpretação antes da próxima evidência.
Condução: conversa direta com o professor; peça razões e acompanhe a resposta, sem distribuir papéis. Desenvolva a explicação a partir dos detalhes projetados. Não solicitar uma resposta a cada frase. Reserva: esta tela sai dos percursos de 45 e 40 minutos. Leitura visual: Retome o projeto para avaliar se a resposta ajudou as outras pessoas a agir. A imagem é uma situação construída para análise, não um registro de pesquisa. Composição R14: imagem integrada ao slide; mantenha a legenda fora dos rostos e dos detalhes em análise.
Aplicação didática da Teoria da Autodeterminação. Autonomia não significa ausência de prazos ou de responsabilidade. Não apresente as duas falas como condições de um experimento específico.
EXPOSIÇÃO DO PROFESSOR. Exponha uma resposta completa: apaguei o arquivo; estou verificando a cópia; ainda não sei se recupero; preciso da sua versão para comparar. Explique por que cada parte existe. Só depois convide a turma a adaptar essa resposta ao caso.
Condução: conversa direta com o professor; peça razões e acompanhe a resposta, sem distribuir papéis. Volte ao erro do arquivo e ao cliente. Não reduzir maturidade à performance ou à capacidade de suportar abuso. Permita pensar em silêncio ou comentar o caso fictício, sem exigir relato pessoal. Preserve os cinco minutos desta virada.
Condução: leia ou conte a cena inteira antes de comentá-la. Professor aceita um não bem comunicado; pode pedir esclarecimento uma vez, sem chantagem prolongada. Não presumir situação financeira dos alunos. No percurso de 40 minutos, esta passagem dispõe de 1 minuto(s), em vez de 4.
Dê tempo para observar. Peça uma justificativa ancorada no que aparece na tela. Retome a cena anterior antes de avançar.
Condução: conversa direta com o professor; peça razões e acompanhe a resposta, sem distribuir papéis. Faça o pedido do amigo uma vez e peça um esclarecimento respeitoso. Aceite uma recusa clara; não prolongue chantagem.
1º ano · Autoconhecimento
Aprender a perceber o que uma obra nos oferece antes de julgá-la.
Participação exclusivamente oral, com o professor. Sem escrita ou atividades em grupo.
Ritmo: As formas que aprendemos a imaginar participam de como percebemos e julgamos.
Conversa com a turma: aproximadamente 15 minutos previstos no percurso de 50 minutos. Estimativa de condução, ajustável às respostas.
Dinâmicas: Observação e escuta comentadas; Interpretação oral de um trecho.
Ato: Explicar uma interpretação com apoio num detalhe da obra.
A cidade de papel representa como histórias e imagens fornecem formas para imaginar. Não peça uma mensagem moral pronta. Na obra seguinte, comece pela descrição de um detalhe, depois mostre como uma interpretação precisa se apoiar no que foi observado. Ilustração conceitual criada para esta aula; não é registro de pesquisa nem fotografia documental.
Condução: dê tempo para olhar; faça apenas a pergunta central depois da observação. Desenvolva a explicação a partir dos detalhes projetados. Não solicitar uma resposta a cada frase. Imagem: Descrever detalhes observáveis de uma paisagem antes de interpretar seu efeito. Composição R14: imagem integrada ao slide; mantenha a legenda fora dos rostos e dos detalhes em análise.
Condução: exposição do professor; não abrir uma rodada de respostas nesta tela. Desenvolva a explicação a partir dos detalhes projetados. Não solicitar uma resposta a cada frase.
Condução: dê tempo para olhar; faça apenas a pergunta central depois da observação. Desenvolva a explicação a partir dos detalhes projetados. Não solicitar uma resposta a cada frase. Imagem: Observar gesto, distância e direção do olhar na pintura, discutidos na aula de Imaginário. No percurso de 40 minutos, esta passagem dispõe de 1 minuto(s), em vez de 3. Composição R14: imagem integrada ao slide; mantenha a legenda fora dos rostos e dos detalhes em análise.
Condução: exposição do professor; não abrir uma rodada de respostas nesta tela. Desenvolva a explicação a partir dos detalhes projetados. Não solicitar uma resposta a cada frase. Retomada intencional da obra para observar outro detalhe: Observe a distância entre as mãos e a direção dos braços. Composição R14: imagem integrada ao slide; mantenha a legenda fora dos rostos e dos detalhes em análise.
Volte ao exemplo da cadeira do material original do professor. A composição é filosófica/didática, não um mapa anatômico do cérebro. Não peça desenho ou escrita.
EXPOSIÇÃO DO PROFESSOR. Aponte fisicamente as mãos, a direção dos braços e o intervalo. Compare verbalmente a hipótese de elas já estarem unidas. Não afirmar que há uma única interpretação autorizada; exigir que a leitura se apoie na composição.
Comparação audiovisual, não experimento científico. Mostre a mesma imagem nos dois slides e toque apenas o áudio indicado. Não anuncie previamente que um som é triste ou alegre. Depois da primeira escuta, ouça duas interpretações breves. Na segunda, pergunte o que mudou na interpretação, mantendo visíveis os mesmos detalhes. Não pedir relatos pessoais. Os estudos sonoros são composições sintéticas didáticas. Se não houver áudio disponível, não simule que a comparação ocorreu: apresente somente a leitura da imagem. Composição R14: imagem integrada ao slide; mantenha a legenda fora dos rostos e dos detalhes em análise.
Comparação audiovisual, não experimento científico. Mostre a mesma imagem nos dois slides e toque apenas o áudio indicado. Não anuncie previamente que um som é triste ou alegre. Depois da primeira escuta, ouça duas interpretações breves. Na segunda, pergunte o que mudou na interpretação, mantendo visíveis os mesmos detalhes. Não pedir relatos pessoais. Os estudos sonoros são composições sintéticas didáticas. Se não houver áudio disponível, não simule que a comparação ocorreu: apresente somente a leitura da imagem. Composição R14: imagem integrada ao slide; mantenha a legenda fora dos rostos e dos detalhes em análise.
Condução: conversa direta com o professor; peça razões e acompanhe a resposta, sem distribuir papéis. Não exigir exposição de histórias familiares. Aceite “não apareceu imagem nenhuma”.
Condução: dê tempo para olhar; faça apenas a pergunta central depois da observação. Desenvolva a explicação a partir dos detalhes projetados. Não solicitar uma resposta a cada frase. Imagem: Examinar escala, trabalho humano e composição numa imagem de arquitetura imaginada. Composição R14: imagem integrada ao slide; mantenha a legenda fora dos rostos e dos detalhes em análise.
Condução: exposição do professor; não abrir uma rodada de respostas nesta tela. Suma Teológica I, q. 84, a. 7: leitura filosófica, não teoria cerebral moderna. Relacione ao que os alunos recordaram das peças. Não afirmar causalidade automática entre ouvir uma obra e agir de certa maneira. Imagem: Introduzir a leitura filosófica de Tomás de Aquino sobre imaginação; retrato do acervo. Composição R14: imagem integrada ao slide; mantenha a legenda fora dos rostos e dos detalhes em análise.
Suma Teológica I, q.84, a.7. Diferencie imagem particular e conceito universal. Peça apenas um exemplo oral: árvores de formas diferentes continuam sendo reconhecidas como árvores. Não apresente a tese medieval como resultado de neuroimagem.
Condução: leia ou conte a cena inteira antes de comentá-la. Leia o texto original desta aula. Peça oralmente uma interpretação e a palavra que a sustenta. Você conduz a conversa; não dividir em duplas. Reserva: esta tela sai dos percursos de 45 e 40 minutos.
Condução: exposição do professor; não abrir uma rodada de respostas nesta tela. Retome uma escolha formal no trecho. Não basta avaliar só a mensagem moral; nem só dizer “gostei”.
Dê tempo para observar. Peça uma justificativa ancorada no que aparece na tela. Retome a cena anterior antes de avançar. Reserva: esta tela sai dos percursos de 45 e 40 minutos.
EXPOSIÇÃO DO PROFESSOR. Mostre a mudança entre começar pelo tanto faz e começar pelo convite guardado. Ensine ponto de vista e seleção de informação; depois aplique a uma obra conhecida. Evite atribuir a uma música ou imagem a causa automática do caráter de alguém.
Retome os estudos A e B sem tocá-los obrigatoriamente outra vez. A mesma imagem foi preservada de propósito. Peça um detalhe visível e uma hipótese despertada pelo som.
Dê tempo para observar. Peça uma justificativa ancorada no que aparece na tela. Retome a cena anterior antes de avançar. Reserva: esta tela sai dos percursos de 45 e 40 minutos. Composição R14: imagem integrada ao slide; mantenha a legenda fora dos rostos e dos detalhes em análise.
Condução: conversa direta com o professor; peça razões e acompanhe a resposta, sem distribuir papéis. Fedro como alegoria, não mecanismo cerebral. Em Tomás, conhecimento humano envolve sentidos e imaginação; não atribuir a ele uma teoria moderna de playlists. Permita pensar em silêncio ou comentar o caso fictício, sem exigir relato pessoal. Preserve os cinco minutos desta virada.
Condução: conversa direta com o professor; peça razões e acompanhe a resposta, sem distribuir papéis. Desenvolva a explicação a partir dos detalhes projetados. Não solicitar uma resposta a cada frase. No percurso de 40 minutos, esta passagem dispõe de 1 minuto(s), em vez de 4.
Condução: conversa direta com o professor; peça razões e acompanhe a resposta, sem distribuir papéis. Desenvolva a explicação a partir dos detalhes projetados. Não solicitar uma resposta a cada frase. Retomada intencional da obra para observar outro detalhe: Retome o rosto da obra e localize o detalhe que sustenta a interpretação. Composição R14: imagem integrada ao slide; mantenha a legenda fora dos rostos e dos detalhes em análise.
Condução: exposição do professor; não abrir uma rodada de respostas nesta tela. Desenvolva a explicação a partir dos detalhes projetados. Não solicitar uma resposta a cada frase.
1º ano · Autoconhecimento
O descanso e o espaço que você tenta recuperar no fim do dia.
Participação exclusivamente oral, com o professor. Sem escrita ou atividades em grupo.
Ritmo: O descanso depende de uma janela real e de processos biológicos que não obedecem só à intenção.
Conversa com a turma: aproximadamente 15 minutos previstos no percurso de 50 minutos. Estimativa de condução, ajustável às respostas.
Dinâmicas: Discussão da rotina de uma personagem.
Ato: Propor uma conversa sobre as condições de descanso da personagem.
Apresente o tema e observe a imagem com a turma. Avance para o caso de abertura. Ilustração conceitual contemporânea gerada para esta aula; não apresentar como registro histórico.
Condução: dê tempo para olhar; faça apenas a pergunta central depois da observação. Desenvolva a explicação a partir dos detalhes projetados. Não solicitar uma resposta a cada frase. Imagem: Ilustração original da cena; serve à observação dos elementos descritos. Composição R14: imagem integrada ao slide; mantenha a legenda fora dos rostos e dos detalhes em análise.
Condução: conversa direta com o professor; peça razões e acompanhe a resposta, sem distribuir papéis. Escute hipóteses sobre a personagem. Não interpretar insônia como falta de sentido. Não pedir informações clínicas em público.
Condução: exposição do professor; não abrir uma rodada de respostas nesta tela. Dado institucional, não garantia de memória ou desempenho. Não diagnosticar por uma noite. A referência completa fica no painel de fontes.
Condução: exposição do professor; não abrir uma rodada de respostas nesta tela. Explicação didática: evitar uma curva única que represente todos. A adolescência pode envolver horários de sono mais tardios, mas não explica sozinha cada rotina. Conteúdo de apoio da composição anterior: Pressão de sono Aumenta com o tempo acordado. Relógio circadiano Participa do ritmo de alerta e repouso ao longo do dia.
EXPOSIÇÃO DO PROFESSOR. Apresente o esquema como simplificação de processos interativos. Não transformar as curvas didáticas em medição de um aluno. Explique que horários, exposição à luz e condições individuais importam; dificuldades persistentes merecem avaliação adequada.
Condução: exposição do professor; não abrir uma rodada de respostas nesta tela. Desenho esquemático, sem eixos 23h/1h/3h. Peça que expliquem por que não existe uma hora universal da “faxina”.
EXPOSIÇÃO DO PROFESSOR. A referência NHLBI descreve fases e ciclos. Não anunciar ciclos de exatamente 90 minutos nem um horário universal de sono profundo. Ensine o princípio de arquitetura da noite antes de avaliar a ideia de compensar tudo no fim de semana.
Condução: exposição do professor; não abrir uma rodada de respostas nesta tela. Se houver tempo, explique a diferença entre estar na cama e estar dormindo. Leve essa distinção à análise do caso.
Exemplo aritmético, não prescrição individual. A turma responde oralmente. Separar horário de deitar e adormecer. Pergunte qual obrigação precisa mudar para a janela existir.
Condução: exposição do professor; não abrir uma rodada de respostas nesta tela. Não atribuir uma briga só ao cansaço nem prometer recuperação exata. Se surgir dificuldade persistente, orientar conversa privada com responsável/profissional. Leitura visual: O mesmo espaço aparece à noite e na manhã seguinte. A imagem é uma situação construída para análise, não um registro de pesquisa. Composição R14: imagem integrada ao slide; mantenha a legenda fora dos rostos e dos detalhes em análise.
Figura 20 do relatório. Este item mede relato sobre uso noturno, não qualidade do sono por exame e não causalidade isolada.
Trate como análise do caso e da oportunidade de aprendizagem perdida, não como afirmação de que nenhum efeito fisiológico possa melhorar com recuperação de sono. Não prescreva tratamento individual.
Leia devagar. Ouça uma resposta e peça que localize a razão nos fatos do caso. Não peça relatos pessoais. Esta pausa muda a interpretação antes da próxima evidência. Reserva: esta tela sai dos percursos de 45 e 40 minutos.
Condução: exposição do professor; não abrir uma rodada de respostas nesta tela. Desenvolva a explicação a partir dos detalhes projetados. Não solicitar uma resposta a cada frase. Reserva: esta tela sai dos percursos de 45 e 40 minutos. Apoio conceitual da versão anterior: História A Adiou o sono para continuar a conversa. História B Pegou o telefone porque não adormecia. Leitura visual: Compare as condições visíveis, sem deduzir a causa apenas pela presença do aparelho. A imagem é uma situação construída para análise, não um registro de pesquisa. Composição R14: imagem integrada ao slide; mantenha a legenda fora dos rostos e dos detalhes em análise.
EXPOSIÇÃO DO PROFESSOR. A conta é didática e não uma prescrição individual. Mostre onde há horário fixo e onde é preciso conversar com outras pessoas. Evite um fechamento de produtividade: o descanso importa por saúde, aprendizagem e vida, não apenas rendimento.
Condução: conversa direta com o professor; peça razões e acompanhe a resposta, sem distribuir papéis. Nunca cortar. Interpretação existencial da cena inicial, não diagnóstico de todos. Perguntar o que pode ser negociado com adultos; descanso tem valor sem justificar produtividade. Permita pensar em silêncio ou comentar o caso fictício, sem exigir relato pessoal. Preserve os cinco minutos desta virada.
Condução: conversa direta com o professor; peça razões e acompanhe a resposta, sem distribuir papéis. Retome o caso em conversa direta com a turma. Considere as condições da personagem, sem recolher informações clínicas da turma. A participação é voluntária. Não solicitar tarefa escrita.
Condução: exposição do professor; não abrir uma rodada de respostas nesta tela. Desenvolva a explicação a partir dos detalhes projetados. Não solicitar uma resposta a cada frase. No percurso de 40 minutos, esta passagem dispõe de 1 minuto(s), em vez de 6.
2º ano · Filosofia e Antropologia
O trabalho de sustentar uma decisão e revê-la quando os fatos mudam.
Participação exclusivamente oral, com o professor. Sem escrita ou atividades em grupo.
Ritmo: Saber uma norma e agir de acordo com ela exigem coisas diferentes.
Conversa com a turma: aproximadamente 17 minutos previstos no percurso de 50 minutos. Estimativa de condução, ajustável às respostas.
Dinâmicas: Discussão de uma decisão sob pressão; Retomada com nova informação.
Ato: Explicar como corrigir o trabalho e comunicar o problema.
Passe do instante representado ao caso do troco. A turma já conhece a regra; o interesse está na pressa, na vantagem e na presença do amigo. Examine como essas condições mudam a ação, sem concluir que saber uma regra garante cumpri-la. Ilustração conceitual criada para esta aula; não é registro de pesquisa nem fotografia documental.
Condução: exposição do professor; não abrir uma rodada de respostas nesta tela. Comece pelo erro no troco. A situação é fictícia e não pressupõe culpa de nenhum aluno. Imagem: Localizar o caso do troco e examinar a cadeia de trabalho que permite uma compra. Composição R14: imagem integrada ao slide; mantenha a legenda fora dos rostos e dos detalhes em análise.
Condução: exposição do professor; não abrir uma rodada de respostas nesta tela. Se disserem que é fácil, pergunte por uma circunstância que dificulta. Se justificarem ficar, examine a quem pertence o dinheiro, sem humilhar a resposta. Leitura visual: As mãos, o recibo e a porta situam o instante em que ainda se pode conferir a compra. A imagem é uma situação construída para análise, não um registro de pesquisa. Composição R14: imagem integrada ao slide; mantenha a legenda fora dos rostos e dos detalhes em análise.
Dê tempo para observar. Peça uma justificativa ancorada no que aparece na tela. Retome a cena anterior antes de avançar.
EXPOSIÇÃO DO PROFESSOR. Diferencie ignorância do que seria devido e dificuldade de fazer o que já foi reconhecido. Não generalizar um erro isolado para a identidade moral da pessoa. A cena permite ensinar a distância entre juízo e ação.
Condução: leia ou conte a cena inteira antes de comentá-la. Desenvolva a explicação a partir dos detalhes projetados. Não solicitar uma resposta a cada frase.
Condução: conversa direta com o professor; peça razões e acompanhe a resposta, sem distribuir papéis. Ouça respostas e justificativas, sem contagem. O professor retoma os argumentos após apresentar a nova informação.
Demonstração transparente: não combinar respostas erradas com alunos nem humilhar quem erra. Depois explique como a situação de Asch incluía uma maioria que respondia errado deliberadamente. Composição R14: imagem integrada ao slide; mantenha a legenda fora dos rostos e dos detalhes em análise.
Condução: exposição do professor; não abrir uma rodada de respostas nesta tela. Não deduzir que resistentes chegaram com uma decisão prévia; o estudo não demonstra essa tese. Referência: Asch, 1956, Psychological Monographs. Composição R14: imagem integrada ao slide; mantenha a legenda fora dos rostos e dos detalhes em análise.
EXPOSIÇÃO DO PROFESSOR. Não combinar um engano com alunos nem tratar quem responder errado como facilmente influenciável. Explique a diferença entre percepção individual, conhecimento do grupo e pressão para se conformar. Não projetar percentuais que não estejam sendo usados com contexto metodológico.
Condução: exposição do professor; não abrir uma rodada de respostas nesta tela. Peça revisar atribuição de responsabilidade sem apagar o problema da autoria. Novos fatos podem pedir correção do julgamento.
Condução: exposição do professor; não abrir uma rodada de respostas nesta tela. Não confundir prudência com relativismo nem rigidez com coragem. Pergunte qual fato mudaria a ação e qual princípio orienta a análise. Conteúdo de apoio da composição anterior: Um compromisso que permanece A honestidade orienta a decisão. Uma resposta que pode mudar A ação considera o que você acabou de descobrir. Reserva: esta tela sai dos percursos de 45 e 40 minutos.
Condução: conversa direta com o professor; peça razões e acompanhe a resposta, sem distribuir papéis. Convide a explicar por que a informação mudou ou não a resposta. Não inferir mudança individual por totais de turma.
Dê tempo para observar. Peça uma justificativa ancorada no que aparece na tela. Retome a cena anterior antes de avançar. Reserva: esta tela sai dos percursos de 45 e 40 minutos.
Ética a Nicômaco II, 1 e 4. Conexão com a aula autoral Ladeira das Virtudes: prática, escolha e formação do caráter. O trecho substitui uma inferência indevida sobre querer parecer corajoso no estudo de pares.
EXPOSIÇÃO DO PROFESSOR. Exponha primeiro o que mudou e o que não mudou. Ensine a distinguir culpabilidade, reparação e norma. Depois permita que a turma formule uma resposta ao grupo; a participação aplica uma análise já ensinada.
Condução: conversa direta com o professor; peça razões e acompanhe a resposta, sem distribuir papéis. Responsabilidade em diálogo com Frankl, não citação fabricada sobre os participantes de Asch. Preserve tempo para pensar no outro. Permita pensar em silêncio ou comentar o caso fictício, sem exigir relato pessoal. Preserve os cinco minutos desta virada.
Condução: conversa direta com o professor; peça razões e acompanhe a resposta, sem distribuir papéis. Desenvolva a explicação a partir dos detalhes projetados. Não solicitar uma resposta a cada frase.
Condução: exposição do professor; não abrir uma rodada de respostas nesta tela. Retome o caso em conversa direta com a turma. Diferencie corrigir o trabalho e atribuir culpa sem informação. A participação é voluntária. Não solicitar tarefa escrita. No percurso de 40 minutos, esta passagem dispõe de 1 minuto(s), em vez de 6. Leitura visual: A porta da loja permanece ao fundo: a decisão ainda pode virar uma ação. A imagem é uma situação construída para análise, não um registro de pesquisa. Composição R14: imagem integrada ao slide; mantenha a legenda fora dos rostos e dos detalhes em análise.
1º e 2º anos · Eu e o mundo
Conhecer alguém além da intensidade do começo.
Participação exclusivamente oral, com o professor. Sem escrita ou atividades em grupo.
Ritmo: Conhecer e amar uma pessoa exige mais informação que a intensidade do começo.
Conversa com a turma: aproximadamente 10 minutos previstos no percurso de 50 minutos. Estimativa de condução, ajustável às respostas.
Dinâmicas: Interpretação de cenas de um casal fictício.
Ato: Examinar uma atitude de cuidado e um limite na relação fictícia.
O vidro é uma metáfora visual de brilho, vulnerabilidade e construção, não uma explicação psicológica. Paixão e amor podem coexistir. A aula distingue a intensidade inicial do conhecimento que se forma na convivência; avance para Rafa e Dani e para o que eles ainda não tiveram oportunidade de conhecer. Ilustração conceitual criada para esta aula; não é registro de pesquisa nem fotografia documental.
Condução: dê tempo para olhar; faça apenas a pergunta central depois da observação. Desenvolva a explicação a partir dos detalhes projetados. Não solicitar uma resposta a cada frase. Imagem: Observar um gesto de proximidade sem inferir a história inteira da relação. Composição R14: imagem integrada ao slide; mantenha a legenda fora dos rostos e dos detalhes em análise.
Condução: leia ou conte a cena inteira antes de comentá-la. Apresente Rafa e Dani como casal fictício. Não presumir que os alunos namorem nem pedir relatos íntimos.
Condução: conversa direta com o professor; peça razões e acompanhe a resposta, sem distribuir papéis. Ouça hipóteses apoiadas na cena, sem votação ou gabarito sobre a vida afetiva. Reserva: esta tela sai dos percursos de 45 e 40 minutos. Paixão e amor não são categorias mutuamente excludentes. A intensidade inicial, isoladamente, não informa como a relação funciona ao longo do tempo.
Leia devagar. Ouça uma resposta e peça que localize a razão nos fatos do caso. Não peça relatos pessoais. Esta pausa muda a interpretação antes da próxima evidência.
EXPOSIÇÃO DO PROFESSOR. Faça a passagem das músicas em comum ao compromisso cancelado. Não desqualifique a experiência afetiva adolescente nem apresente maturidade como ausência de emoção. Ensine o problema da informação parcial antes do desacordo.
Condução: exposição do professor; não abrir uma rodada de respostas nesta tela. Modelo teórico, não teste diagnóstico ou prova de que só a soma pode ser chamada amor. Evite classificar relações dos alunos. No percurso de 40 minutos, esta passagem dispõe de 1 minuto(s), em vez de 4. Composição R14: imagem integrada ao slide; mantenha a legenda fora dos rostos e dos detalhes em análise.
Dê tempo para observar. Peça uma justificativa ancorada no que aparece na tela. Retome a cena anterior antes de avançar. Apoio conceitual da versão anterior: Começo Afinidades Música e conversa Desacordo Escuta O motivo ainda não foi dito Combinado Continuidade O que se cumpre depois Leitura visual: A afinidade inicial e uma conversa sobre obrigações mostram momentos distintos de convivência. A imagem é uma situação construída para análise, não um registro de pesquisa. Composição R14: imagem integrada ao slide; mantenha a legenda fora dos rostos e dos detalhes em análise.
EXPOSIÇÃO DO PROFESSOR. Explique cada vértice com um comportamento diferente do casal fictício. Não transforme a teoria em lei sobre quando uma relação se torna amor verdadeiro. O modelo organiza dimensões e possui alcance limitado.
Condução: leia ou conte a cena inteira antes de comentá-la. Leitura da segunda cena. Discordância pode existir desde cedo. Pergunte quais informações ainda não temos. Composição R14: imagem integrada ao slide; mantenha a legenda fora dos rostos e dos detalhes em análise.
Condução: leia ou conte a cena inteira antes de comentá-la. Desenvolva a explicação a partir dos detalhes projetados. Não solicitar uma resposta a cada frase.
Condução: conversa direta com o professor; peça razões e acompanhe a resposta, sem distribuir papéis. Pergunte à turma o que precisa ser ouvido de cada pessoa. O professor pode apresentar uma resposta de Rafa e pedir que a interpretem.
Condução: exposição do professor; não abrir uma rodada de respostas nesta tela. Diferenciar cuidado de controle. Não criar regras clínicas nem incentivar confrontos inseguros. Se houver relato, acolher privadamente e orientar apoio.
Dê tempo para observar. Peça uma justificativa ancorada no que aparece na tela. Retome a cena anterior antes de avançar.
EXPOSIÇÃO DO PROFESSOR. Use a fala projetada. Separe sentimento, interpretação e exigência. Não peça confissões sobre namoro. Se surgir relato de ameaça ou controle, não faça debate público do caso pessoal; acolha e encaminhe de modo apropriado.
Condução: exposição do professor; não abrir uma rodada de respostas nesta tela. Não idealizar renúncia unilateral. Pergunte como reciprocidade aparece ao longo do tempo. Cuidar inclui necessidades e limites dos dois. Reserva: esta tela sai dos percursos de 45 e 40 minutos. Leitura visual: Retome o segundo momento: como os dois lidam com uma obrigação que interfere no encontro? A imagem é uma situação construída para análise, não um registro de pesquisa. Composição R14: imagem integrada ao slide; mantenha a legenda fora dos rostos e dos detalhes em análise.
Síntese do caso fictício. Retirada a atribuição a Frankl sem referência precisa neste slide. A explicação trata de convivência e respeito a limites.
Condução: conversa direta com o professor; peça razões e acompanhe a resposta, sem distribuir papéis. Retome o caso em conversa direta com a turma. Trabalhe com Rafa e Dani, sem pedir histórias afetivas pessoais. A participação é voluntária. Não solicitar tarefa escrita.
Condução: exposição do professor; não abrir uma rodada de respostas nesta tela. Não reduzir experiência humana a três notas numa escala.
Condução: exposição do professor; não abrir uma rodada de respostas nesta tela. Desenvolva a explicação a partir dos detalhes projetados. Não solicitar uma resposta a cada frase. No percurso de 40 minutos, esta passagem dispõe de 2 minuto(s), em vez de 4.
2º ano · Autoconhecimento
Separar um acontecimento da sentença sobre quem você é.
Participação exclusivamente oral, com o professor. Sem escrita ou atividades em grupo.
Ritmo: Uma avaliação de si pode encobrir a ação possível: reparar um dano ou buscar proteção.
Conversa com a turma: aproximadamente 10 minutos previstos no percurso de 50 minutos. Estimativa de condução, ajustável às respostas.
Dinâmicas: Comparação oral de dois casos fictícios.
Ato: Distinguir reparação e proteção ao oferecer ajuda à personagem.
Apresente o tema e observe a imagem com a turma. Avance para o caso de abertura. Ilustração conceitual contemporânea gerada para esta aula; não apresentar como registro histórico.
Mostre a cena ilustrada: uma risada, uma tentativa de ajudar e colegas ocupados com outras coisas. Não afirmar o que cada personagem pensa. Pergunte que fatos a imagem permite observar antes de contar a interpretação do personagem. Composição R14: imagem integrada ao slide; mantenha a legenda fora dos rostos e dos detalhes em análise.
Condução: leia ou conte a cena inteira antes de comentá-la. Separe fato observável e interpretação. Se disserem “todos a odeiam”, pergunte qual informação sustenta a conclusão.
Condução: exposição do professor; não abrir uma rodada de respostas nesta tela. Discussão do caso, sem convidar confissões. Evite tratar toda vergonha como exagero: pode haver humilhação real. Conteúdo de apoio da composição anterior: O acontecimento “Eu disse algo inadequado.” A sentença sobre si “Eu estrago tudo.” O que mudou entre as frases?
Dê tempo para observar. Peça uma justificativa ancorada no que aparece na tela. Retome a cena anterior antes de avançar.
EXPOSIÇÃO DO PROFESSOR. Mostre o salto no esquema. Não chamar todo pensamento negativo de irracional: às vezes existe dano ou humilhação real. O ensino é delimitar a conclusão e recuperar os fatos, sem minimizar a experiência.
Condução: exposição do professor; não abrir uma rodada de respostas nesta tela. Tangney e colegas descrevem tendências, não leis individuais: culpa pode orientar reparação; vergonha pode favorecer evitação. Não garantir cura com uma frase.
Depois de explicar culpa e vergonha, mostre a coexistência possível. A primeira fala localiza a ação; a segunda comunica evitação, mas não permite concluir sozinha por que a pessoa evita. Use as falas fictícias para examinar possibilidades. Não rotular alunos.
Prepare os dois casos seguintes: divulgar um segredo e sofrer ridicularização. Ensine que a ação necessária depende dos fatos. Reconhecer a emoção não equivale a atribuir culpa. Este é um exame ético dos casos fictícios, não uma avaliação clínica.
Condução: exposição do professor; não abrir uma rodada de respostas nesta tela. Desenvolva a explicação a partir dos detalhes projetados. Não solicitar uma resposta a cada frase. Apoio conceitual da versão anterior: Caso A Contou um segredo que prometeu guardar. Caso B Foi ridicularizada sem ter agredido ninguém. Leitura visual: São dois casos diferentes: interromper a exposição de alguém e oferecer apoio a quem foi ridicularizado. A imagem é uma situação construída para análise, não um registro de pesquisa. Composição R14: imagem integrada ao slide; mantenha a legenda fora dos rostos e dos detalhes em análise.
Condução: conversa direta com o professor; peça razões e acompanhe a resposta, sem distribuir papéis. Discuta reparação no caso do segredo. Peça uma ação possível e examine o que ela não pode garantir.
Leia devagar. Ouça uma resposta e peça que localize a razão nos fatos do caso. Não peça relatos pessoais. Esta pausa muda a interpretação antes da próxima evidência.
Condução: exposição do professor; não abrir uma rodada de respostas nesta tela. Professor deve acolher relatos fora da exposição pública e seguir canais de proteção reais. Não diagnosticar nem insistir na narrativa do aluno. Reserva: esta tela sai dos percursos de 45 e 40 minutos.
Dê tempo para observar. Peça uma justificativa ancorada no que aparece na tela. Retome a cena anterior antes de avançar. Reserva: esta tela sai dos percursos de 45 e 40 minutos.
EXPOSIÇÃO DO PROFESSOR. Exponha os dois casos antes de pedir proposta de ajuda. Mostre por que reparar não é autopunição e por que pedir proteção não é fraqueza. O cuidado precisa corresponder ao que aconteceu, não apenas ao nome da emoção.
Condução: dê tempo para olhar; faça apenas a pergunta central depois da observação. Diálogo com autotranscendência de Frankl, sem prometer cura da vergonha. Cuidar de si e buscar ajuda também podem ser atos responsáveis. Permita pensar em silêncio ou comentar o caso fictício, sem exigir relato pessoal. Preserve os cinco minutos desta virada.
Condução: conversa direta com o professor; peça razões e acompanhe a resposta, sem distribuir papéis. Retome o caso em conversa direta com a turma. Mantenha a distinção entre reparação de um dano causado e proteção contra humilhação sofrida. A participação é voluntária. Não solicitar tarefa escrita. Apoio conceitual da versão anterior: Reparação “Quer ajuda para conversar com ela?” Proteção “Quer que eu vá com você procurar um adulto?” Leitura visual: Volte aos dois casos para distinguir reparação e proteção. A imagem é uma situação construída para análise, não um registro de pesquisa. Composição R14: imagem integrada ao slide; mantenha a legenda fora dos rostos e dos detalhes em análise.
Condução: exposição do professor; não abrir uma rodada de respostas nesta tela. Desenvolva a explicação a partir dos detalhes projetados. Não solicitar uma resposta a cada frase. No percurso de 40 minutos, esta passagem dispõe de 1 minuto(s), em vez de 6.
1º ano · Filosofia e Antropologia
A força do desejo, o trabalho da direção e o destino da carruagem.
Participação exclusivamente oral, com o professor. Sem escrita ou atividades em grupo.
Ritmo: A alegoria ensina uma vida orientada por finalidades, com desejos a educar e forças a conduzir.
Conversa com a turma: aproximadamente 4 minutos previstos no percurso de 50 minutos. Estimativa de condução, ajustável às respostas.
Dinâmicas: Discussão de uma aplicação da alegoria.
Ato: Justificar o próximo passo considerando finalidade e condições.
Apresente o tema e observe a imagem com a turma. Avance para o caso de abertura. Ilustração conceitual contemporânea gerada para esta aula; não apresentar como registro histórico.
Condução: dê tempo para olhar; faça apenas a pergunta central depois da observação. Desenvolva a explicação a partir dos detalhes projetados. Não solicitar uma resposta a cada frase. Imagem: Ilustração original da cena; serve à observação dos elementos descritos. Composição R14: imagem integrada ao slide; mantenha a legenda fora dos rostos e dos detalhes em análise.
Condução: leia ou conte a cena inteira antes de comentá-la. Introdução ao Fedro 246a. Parafrasear, sem citação inventada. A alegoria não é uma fotografia do cérebro.
Condução: exposição do professor; não abrir uma rodada de respostas nesta tela. Desenvolva a explicação a partir dos detalhes projetados. Não solicitar uma resposta a cada frase.
EXPOSIÇÃO DO PROFESSOR. Dê a leitura do mito antes de interpretar o despertador. Descreva os elementos sem fazer equivalências anatômicas. A referência é Fedro 246a–e e 253c–254e; os exemplos cotidianos são adaptações pedagógicas. No percurso de 40 minutos, esta passagem dispõe de 1 minuto(s), em vez de 3.
Condução: exposição do professor; não abrir uma rodada de respostas nesta tela. No Fedro 253c–254e, há descrição moral desigual dos cavalos. Nossa tradução didática em razão, ânimo e apetite aproxima outras discussões platônicas; não é legenda neuroanatômica.
Condução: exposição do professor; não abrir uma rodada de respostas nesta tela. Não reproduzir descrição racializada como classificação humana nem propor ferir-se ou suprimir desejo. Leitura visual: As mãos e a tensão das rédeas tornam visível o esforço de conduzir. A imagem é uma situação construída para análise, não um registro de pesquisa. Composição R14: imagem integrada ao slide; mantenha a legenda fora dos rostos e dos detalhes em análise.
Explique como alegoria filosófica. Não identificar cavalo com neurotransmissor ou “cérebro reptiliano”. Voltar à diferença entre repressão de qualquer desejo e educação dos desejos.
Retome a alegoria do cocheiro e dos cavalos. A imagem é uma ilustração contemporânea, não um documento da Grécia antiga. Distinga a força do movimento da finalidade de conduzi-lo. Composição R14: imagem integrada ao slide; mantenha a legenda fora dos rostos e dos detalhes em análise.
Condução: exposição do professor; não abrir uma rodada de respostas nesta tela. Desenvolva a explicação a partir dos detalhes projetados. Não solicitar uma resposta a cada frase.
EXPOSIÇÃO DO PROFESSOR. Não dizer “Platão já sabia neurociência”. Se usar o estudo de pares, apresente-o como outra forma de investigar um aspecto do comportamento, sem afirmar que valida a alegoria.
Condução: leia ou conte a cena inteira antes de comentá-la. Abra pelo despertador. Antes de julgar a personagem, pergunte sobre sono e compromissos. Reserva: esta tela sai dos percursos de 45 e 40 minutos.
Condução: exposição do professor; não abrir uma rodada de respostas nesta tela. Aplicação contemporânea explicitamente separada do texto antigo. Não afirmar que Platão provou circuitos rápidos e lentos da neurociência. Conteúdo de apoio da composição anterior: O que puxa Descanso, reconhecimento, prazer: o desejo oferece força. O que pede direção A razão examina o que é devido agora e a que finalidade responder.
Condução: leia ou conte a cena inteira antes de comentá-la. Inclua possibilidade de renegociar com honestidade e verificar prazo. Não criar falso conflito entre saúde e virtude.
Fedro 246d–e. Explique o vocabulário filosófico: as asas permitem a elevação da alma na narrativa. O caso escolar é uma aplicação limitada; não esgota a dimensão metafísica do mito.
Condução: exposição do professor; não abrir uma rodada de respostas nesta tela. Peça revisar ação à luz do fato novo. Prudência não equivale a executar cegamente a decisão anterior. Reserva: esta tela sai dos percursos de 45 e 40 minutos.
Condução: conversa direta com o professor; peça razões e acompanhe a resposta, sem distribuir papéis. Ouça respostas em conversa direta. Peça uma razão e uma condição que mudaria a decisão. Reserva: esta tela sai dos percursos de 45 e 40 minutos.
EXPOSIÇÃO DO PROFESSOR. Retome a beleza, a sabedoria e a bondade na leitura do Fedro. Mostre que a fadiga pode indicar uma necessidade real, não ser apenas inimigo a vencer. A prudência pode ajustar os meios sem abandonar uma finalidade boa.
Condução: dê tempo para olhar; faça apenas a pergunta central depois da observação. Não deixar destino para depois do ato final. Alegoria carrega a conclusão: que finalidade torna o esforço digno? Permita pensar em silêncio ou comentar o caso fictício, sem exigir relato pessoal. Preserve os cinco minutos desta virada. Retomada intencional da obra para observar outro detalhe: Observe as asas da carruagem na ilustração, retomando o destino do movimento. Composição R14: imagem integrada ao slide; mantenha a legenda fora dos rostos e dos detalhes em análise.
Condução: conversa direta com o professor; peça razões e acompanhe a resposta, sem distribuir papéis. Retome o caso em conversa direta com a turma. Relacione a decisão à finalidade do compromisso e às condições concretas. A participação é voluntária. Não solicitar tarefa escrita.
Condução: exposição do professor; não abrir uma rodada de respostas nesta tela. Desenvolva a explicação a partir dos detalhes projetados. Não solicitar uma resposta a cada frase. No percurso de 40 minutos, esta passagem dispõe de 1 minuto(s), em vez de 4.
Condução: exposição do professor; não abrir uma rodada de respostas nesta tela. Desenvolva a explicação a partir dos detalhes projetados. Não solicitar uma resposta a cada frase.
1º e 2º anos · Eu e o mundo
A Geração Ansiosa · primeiro encontro: o ambiente de crescer.
Participação exclusivamente oral, com o professor. Sem escrita ou atividades em grupo.
Ritmo: A mudança de ambiente da infância precisa ser examinada por seus benefícios, riscos e evidências.
Conversa com a turma: aproximadamente 21 minutos previstos no percurso de 50 minutos. Estimativa de condução, ajustável às respostas.
Dinâmicas: Deliberação sobre uma situação hipotética; Retomada da decisão após a exposição.
Ato: Reconsiderar as condições da viagem e indicar um momento a preservar.
Apresente o tema e observe a imagem com a turma. Avance para o caso de abertura. Ilustração conceitual contemporânea gerada para esta aula; não apresentar como registro histórico.
Condução: leia ou conte a cena inteira antes de comentá-la. Abra sem apresentar o autor. É uma situação fictícia inspirada na abertura de Haidt, não uma missão real. Leia lentamente. Dê 10 segundos de silêncio. Diga: hoje vocês decidem como responsáveis por alguém. Não use apitos durante toda a aula. A analogia é inspirada na introdução de Haidt; nomeie o autor apenas na revelação. Composição R14: imagem integrada ao slide; mantenha a legenda fora dos rostos e dos detalhes em análise.
Condução: conversa direta com o professor; peça razões e acompanhe a resposta, sem distribuir papéis. Peça justificativas para autorizar, recusar ou esperar informação. A conversa é oral e não exige quadro nem contagem. A analogia é inspirada na introdução de Haidt; nomeie o autor apenas na revelação.
Condução: exposição do professor; não abrir uma rodada de respostas nesta tela. Dê voz à defesa da viagem antes de apresentar objeções. Pergunte: querer muito uma coisa resolve o que ainda não sabemos sobre ela? Não afirme dano permanente em órgãos nem equipare Marte a evidência neurológica. A analogia é inspirada na introdução de Haidt; nomeie o autor apenas na revelação. Conteúdo de apoio da composição anterior: A promessa Pertencer Seus amigos estarão lá. Você não quer ficar de fora. A lacuna Segurança Ainda não sabemos o efeito de crescer nesse ambiente. Popularidade responde à pergunta sobre segurança?
Condução: conversa direta com o professor; peça razões e acompanhe a resposta, sem distribuir papéis. Pergunte diretamente à turma por condições. Explore quem acompanha, evidência disponível e possibilidade de voltar. Sem dupla, escrita ou cronômetro. A analogia é inspirada na introdução de Haidt; nomeie o autor apenas na revelação. Reserva: esta tela sai dos percursos de 45 e 40 minutos.
Condução: exposição do professor; não abrir uma rodada de respostas nesta tela. Revele o título só depois de recolher condições. Explique: a analogia serve para formular uma pergunta, não para provar que tecnologia causa o mesmo dano que Marte. Preserve a curiosidade.
EXPOSIÇÃO DO PROFESSOR. A imagem é ficcional e ilustra a analogia; não descreve missão espacial real. Explique a passagem para smartphones, preservando a diferença entre uma analogia e uma prova.
Condução: exposição do professor; não abrir uma rodada de respostas nesta tela. Peça dois exemplos concretos. Reconheça amizades online como reais. A aula perde credibilidade se tratar toda experiência digital como vazia. Não peça contas, mensagens ou histórico. Conteúdo de apoio da composição anterior: Conexão Gente Amizades, comunidades, alguém que entende você. Possibilidade Mundo Aprender, criar, jogar, descobrir interesses. Que benefício você faria questão de preservar?
Condução: exposição do professor; não abrir uma rodada de respostas nesta tela. Apresente como a tese do autor, não como explicação única aceita por todos. Mencione que a redução da autonomia começa antes do smartphone. Não compare pais e alunos como gerações homogêneas. Conteúdo de apoio da composição anterior: Menos espaço Brincar e explorar Menos oportunidades de autonomia no mundo presencial. Mais acesso Vida no telefone Redes e smartphones ocupam mais espaços do cotidiano. Proteção excessiva fora da rede + proteção insuficiente dentro dela. Haidt · A Geração Ansiosa (2024), introdução e capítulos 1–5 ↗
Condução: conversa direta com o professor; peça razões e acompanhe a resposta, sem distribuir papéis. Peça respostas sobre habilidades, não sobre pessoas boas ou ruins. Na cena A podem existir exclusão e briga; na B, conexão e aprendizagem. O ponto é perguntar sobre equilíbrio e oportunidades substituídas.
Condução: exposição do professor; não abrir uma rodada de respostas nesta tela. Apresente em quatro avanços. Haidt chama os quatro danos de privação social, privação de sono, fragmentação da atenção e vício. Uso frequente não basta para diagnosticar dependência. Na próxima aula estes caminhos virarão decisões práticas.
EXPOSIÇÃO DO PROFESSOR. Faça a exposição dos quatro. Dê um exemplo concreto de cada um, sem diagnosticar a turma: conversa interrompida; hora de dormir adiada; tarefa retomada várias vezes; tentativa frustrada de parar. No percurso de 40 minutos, esta passagem dispõe de 1 minuto(s), em vez de 3. Leitura visual: Encontro presencial, sono, estudo interrompido e uso durante a refeição permitem distinguir quatro aspectos. A imagem é uma situação construída para análise, não um registro de pesquisa. Composição R14: imagem integrada ao slide; mantenha a legenda fora dos rostos e dos detalhes em análise.
Condução: exposição do professor; não abrir uma rodada de respostas nesta tela. Prepare a leitura do dado, sem uma terceira dinâmica de aposta. Distinga mediana de média e notificações de interrupções percebidas.
Dê tempo para observar. Peça uma justificativa ancorada no que aparece na tela. Retome a cena anterior antes de avançar. Reserva: esta tela sai dos percursos de 45 e 40 minutos.
Condução: exposição do professor; não abrir uma rodada de respostas nesta tela. Dado do relatório Constant Companion de 2023. A amostra não representa todos os adolescentes brasileiros. Notificação recebida não é necessariamente uma interrupção percebida. Evite transformar o dado em diagnóstico de cada aluno. Relatório: 203 participantes recrutados; 199 com dados de notificações. “Vista” inclui recebimento com tela ligada. Duas medianas não descrevem necessariamente a mesma pessoa.
Condução: exposição do professor; não abrir uma rodada de respostas nesta tela. Ouça sono, família, violência, condições econômicas, escola e pandemia. Diferencie períodos: a hipótese do livro se refere a mudanças anteriores à pandemia. Não diga que a ausência de outra explicação prova Haidt.
Condução: exposição do professor; não abrir uma rodada de respostas nesta tela. Não chame a implantação de sorteio: foi escalonada, não aleatória. O método busca comparabilidade e depende de pressupostos. Universitários dos anos 2000 não são alunos desta sala nem usuários do TikTok de hoje. Este estudo é evidência causal relevante em um contexto específico.
Explicação didática de diferenças em diferenças. A hipótese central é uma evolução comparável na ausência do tratamento; a chegada da plataforma não foi sorteada. O resultado refere-se a universitários e à expansão histórica do Facebook, não diretamente a esta turma.
Condução: conversa direta com o professor; peça razões e acompanhe a resposta, sem distribuir papéis. ★ RECONVOCAÇÃO. Paráfrase de Frankl sobre autotranscendência, não citação literal. Leia sem pressa. Dê cinco segundos de silêncio. Não prometa cura nem diga que toda dificuldade vem da falta de sentido. A próxima decisão deve responder a uma pessoa ou tarefa concreta. Não corte. Permita pensar em silêncio ou comentar o caso fictício, sem exigir relato pessoal. Preserve os cinco minutos desta virada.
Condução: conversa direta com o professor; peça razões e acompanhe a resposta, sem distribuir papéis. Retome o caso em conversa direta com a turma. Retome as condições da viagem e o que o caso permite perguntar sobre a vida digital. A participação é voluntária. Não solicitar tarefa escrita. No percurso de 40 minutos, esta passagem dispõe de 1 minuto(s), em vez de 4.
Condução: conversa direta com o professor; peça razões e acompanhe a resposta, sem distribuir papéis. Retome o caso em conversa direta com a turma. Retome as condições da viagem e o que o caso permite perguntar sobre a vida digital. A participação é voluntária. Não solicitar tarefa escrita.
Condução: exposição do professor; não abrir uma rodada de respostas nesta tela. Retome o caso em conversa direta com a turma. Retome as condições da viagem e o que o caso permite perguntar sobre a vida digital. A participação é voluntária. Não solicitar tarefa escrita.
1º e 2º anos · Eu e o mundo
A Geração Ansiosa · segundo encontro: atenção, vínculo e escolhas possíveis.
Participação exclusivamente oral, com o professor. Sem escrita ou atividades em grupo.
Ritmo: Reduzir interrupções exige considerar o vínculo social e o tempo que se quer proteger.
Conversa com a turma: aproximadamente 16 minutos previstos no percurso de 50 minutos. Estimativa de condução, ajustável às respostas.
Dinâmicas: Discussão de duas condições de uso; Proposta oral de um acordo.
Ato: Propor um acordo para Lia e explicar quando faria sentido revê-lo.
A ampulheta é uma metáfora do tempo disponível, não uma medida de dano. Apresente o conflito de Lia entre continuar disponível e encerrar a noite. Ao longo da aula, separe benefícios, custos e condições de uso, sem tratar toda experiência digital como equivalente. Ilustração conceitual criada para esta aula; não é registro de pesquisa nem fotografia documental.
Condução: leia ou conte a cena inteira antes de comentá-la. Peça uma saída que preserve amizade e sono. Exemplo: combinar que ninguém deve resposta depois de certo horário. Não atribua toda dificuldade de sono ao celular. Conteúdo de apoio da composição anterior: “Só mais uma resposta, para não parecer que ignorei.” Agora Continuar A conversa segue. Amanhã Acordar O horário da escola não mudou.
Condução: exposição do professor; não abrir uma rodada de respostas nesta tela. A resposta deve incluir frequência, consequências, controle e função, não apenas horas. Nenhuma cena isolada permite diagnóstico. A tecnologia pode ajudar na conexão, inclusive para quem tem menos oportunidades presenciais. Conteúdo de apoio da composição anterior: Cena A Jogar com os amigos Horário combinado; depois, dormir. Cena B Jogar para não sentir Passar do planejado; faltar a um compromisso. Que informação você ainda precisaria para entender cada caso? No percurso de 40 minutos, esta passagem dispõe de 1 minuto(s), em vez de 4.
Condução: conversa direta com o professor; peça razões e acompanhe a resposta, sem distribuir papéis. Pergunte se fariam o acordo e por quê. Não contar nem registrar respostas no quadro. Reserva: esta tela sai dos percursos de 45 e 40 minutos.
Condução: conversa direta com o professor; peça razões e acompanhe a resposta, sem distribuir papéis. Mude apenas a condição: agora todos participam. Pergunte que custo mudou. A conversa não valida nem refuta a pesquisa. Reserva: esta tela sai dos percursos de 45 e 40 minutos.
EXPOSIÇÃO DO PROFESSOR. Explique a comparação antes da votação oral. Não interpretar a mudança como falta de força de vontade. O caso mostra uma condição social, não um experimento controlado feito com os alunos.
Condução: exposição do professor; não abrir uma rodada de respostas nesta tela. Explique que decisões podem depender do que o grupo fará. O estudo trata plataformas e amostras de universitários; a aplicação à turma é uma hipótese para discutir. No percurso de 40 minutos, esta passagem dispõe de 2 minuto(s), em vez de 4.
Paráfrase didática das condições, não redação literal do protocolo. O estudo não foi feito com esta turma nem em escola brasileira.
AER 2025. Experimentos incentivados com universitários. O exemplo dos trinta minutos é uma aplicação didática, não o protocolo do artigo. Não afirmar que um acordo escolar já teve seu efeito medido nesse estudo.
Condução: exposição do professor; não abrir uma rodada de respostas nesta tela. Recomendação da AASM. Necessidades e condições variam. Se houver relato de insônia persistente, acolha em particular; esta aula não é tratamento. Não prometa melhora clínica em uma semana. Composição R14: imagem integrada ao slide; mantenha a legenda fora dos rostos e dos detalhes em análise.
Condução: exposição do professor; não abrir uma rodada de respostas nesta tela. Use situações fictícias; não mostre perfis da turma. A comparação social é um mecanismo sugerido no estudo, não explicação para toda experiência online. Peça uma informação ausente na foto. Conteúdo de apoio da composição anterior: No feed A foto escolhida Uma viagem, um corpo, uma conquista. Na sua cabeça A sua vida inteira O que deu certo e o que ainda não deu. O que falta nessa comparação? Braghieri, Levy & Makarin · American Economic Review (2022) ↗ Apoio conceitual da versão anterior: O recorte do outro Um instante escolhido. O que cabe na foto. A própria vida inteira Dias bons e ruins. O que você sabe por dentro. Leitura visual: A tela mostra um enquadramento escolhido; a cena inteira revela o que ficou fora dele. A imagem é uma situação construída para análise, não um registro de pesquisa. Composição R14: imagem integrada ao slide; mantenha a legenda fora dos rostos e dos detalhes em análise.
O diagrama é uma explicação didática de um mecanismo sugerido pelos autores; não representa uma cadeia causal medida em cada aluno.
EXPOSIÇÃO DO PROFESSOR. Mostre o que entra na imagem escolhida e o que permanece fora. Não dizer que qualquer comparação é nociva ou que o estudo mediu o feed de cada aluno.
Condução: conversa direta com o professor; peça razões e acompanhe a resposta, sem distribuir papéis. ★ RECONVOCAÇÃO. Paráfrase de Frankl sobre autotranscendência, não citação literal. Leia sem pressa. Dê cinco segundos de silêncio. Não prometa cura nem diga que toda dificuldade vem da falta de sentido. A próxima decisão deve responder a uma pessoa ou tarefa concreta. Não corte. Permita pensar em silêncio ou comentar o caso fictício, sem exigir relato pessoal. Preserve os cinco minutos desta virada.
Condução: conversa direta com o professor; peça razões e acompanhe a resposta, sem distribuir papéis. Peça uma proposta oral para Lia. O professor pergunta finalidade, intervalo e exceção necessária. Não pedir plano escrito ou combinado real compulsório. Apoio conceitual da versão anterior: Quando vale Momento definido Não o dia inteiro O que protege Uma conversa Ou descanso Como avisa Canal para urgência Todos sabem qual Leitura visual: Um acordo redistribui o esforço de ficar disponível: todos precisam saber como funcionará. A imagem é uma situação construída para análise, não um registro de pesquisa. Composição R14: imagem integrada ao slide; mantenha a legenda fora dos rostos e dos detalhes em análise.
Condução: conversa direta com o professor; peça razões e acompanhe a resposta, sem distribuir papéis. Retome o caso em conversa direta com a turma. Examine uma proposta para Lia, com finalidade e exceção necessária. A participação é voluntária. Não solicitar tarefa escrita.
Condução: exposição do professor; não abrir uma rodada de respostas nesta tela. Retome o caso em conversa direta com a turma. Examine uma proposta para Lia, com finalidade e exceção necessária. A participação é voluntária. Não solicitar tarefa escrita.
Condução: exposição do professor; não abrir uma rodada de respostas nesta tela. Retome o caso em conversa direta com a turma. Examine uma proposta para Lia, com finalidade e exceção necessária. A participação é voluntária. Não solicitar tarefa escrita.
1º e 2º anos · Eu e o mundo
Um pedido de lealdade põe a amizade à prova.
Participação exclusivamente oral, com o professor. Sem escrita ou atividades em grupo.
Ritmo: Querer o bem de um amigo pode exigir recusar o que ele pede sem abandoná-lo.
Conversa com a turma: aproximadamente 23 minutos previstos no percurso de 50 minutos. Estimativa de condução, ajustável às respostas.
Dinâmicas: Discussão do pedido de Caio; Resposta oral ao professor no papel de Caio.
Ato: Examinar como responder e como receber uma recusa entre amigos.
A ponte introduz confiança e compromisso. No caso seguinte, Caio pede uma mentira e outra pessoa ficou esperando. Não aceite apenas respostas abstratas sobre lealdade: pergunte quem será afetado e use a distinção de Aristóteles para aprofundar o que significa querer o bem do amigo. Ilustração conceitual criada para esta aula; não é registro de pesquisa nem fotografia documental.
Condução: leia ou conte a cena inteira antes de comentá-la. Comece diretamente: “Você confirma ou não?” Ouça duas respostas diferentes e peça a razão. Ainda não acrescente a história inteira nem anuncie uma resposta esperada. Composição R14: imagem integrada ao slide; mantenha a legenda fora dos rostos e dos detalhes em análise.
Condução: conversa direta com o professor; peça razões e acompanhe a resposta, sem distribuir papéis. Retome a resposta de abertura. Pergunte: “Mudou o que você considera certo ou mudou a dificuldade de fazer isso?” Não peça relatos de solidão; mantenha a discussão no caso.
Condução: exposição do professor; não abrir uma rodada de respostas nesta tela. Explique com exemplos: o colega com quem troco ajuda, a companhia de quem gosto, a pessoa cujo bem me importa. As razões podem coexistir. A distinção não serve para desprezar amizades de diversão ou classificar colegas em público. Referência: Ética a Nicômaco, livro VIII.
Aristóteles VIII–IX. Não transformar tipos em teste de pessoas ou ranking de amizades. Prazer e utilidade podem coexistir com cuidado pelo caráter.
EXPOSIÇÃO DO PROFESSOR. Apresente a distinção com situações, não teste dos melhores amigos. Não crie hierarquia social da turma. Referência: Ética a Nicômaco VIII e IX. A ideia prepara o problema de Caio: ajudar em qualquer pedido é querer seu bem?
Condução: leia ou conte a cena inteira antes de comentá-la. Pergunte quem entra na situação quando conhecemos o restante da história. Não deixe o debate ficar apenas entre a sua consciência e o sentimento de Caio. Reserva: esta tela sai dos percursos de 45 e 40 minutos. Apoio conceitual da versão anterior: 01 Caio falta 02 Colega reorganiza 03 Você é chamado a confirmar a mentira Leitura visual: Uma cadeira vazia e colegas esperando tornam visível o efeito da ausência sobre o grupo. A imagem é uma situação construída para análise, não um registro de pesquisa. Composição R14: imagem integrada ao slide; mantenha a legenda fora dos rostos e dos detalhes em análise.
Dê tempo para observar. Peça uma justificativa ancorada no que aparece na tela. Retome a cena anterior antes de avançar. Apoio conceitual da versão anterior: 01 Caio 02 Você 03 A colega que esperou Leitura visual: Volte a atenção de Caio para os colegas que precisaram reorganizar o ensaio. A imagem é uma situação construída para análise, não um registro de pesquisa. Composição R14: imagem integrada ao slide; mantenha a legenda fora dos rostos e dos detalhes em análise.
Leia devagar. Ouça uma resposta e peça que localize a razão nos fatos do caso. Não peça relatos pessoais. Esta pausa muda a interpretação antes da próxima evidência.
Condução: conversa direta com o professor; peça razões e acompanhe a resposta, sem distribuir papéis. Conduza você mesmo a conversa. Um aluno pode responder de seu lugar e você faz a fala de Caio, sem exposição ou encenação entre alunos. Ouça duas formulações, depois examine se a recusa ficou clara e se houve alguma ajuda possível.
EXPOSIÇÃO DO PROFESSOR. Ensine a análise antes de fazer Caio em voz alta. Enumere pessoas e efeitos específicos. Não basta slogan de lealdade; é preciso explicar qual bem estaria sendo preservado em cada ação.
Condução: leia ou conte a cena inteira antes de comentá-la. Retomada oral com informação nova: pergunte se uma decisão precisa ser bem recebida para estar certa. Admita a dor de uma reação ruim sem usá-la como prova de que a amizade inteira era falsa.
Dê tempo para observar. Peça uma justificativa ancorada no que aparece na tela. Retome a cena anterior antes de avançar.
Condução: conversa direta com o professor; peça razões e acompanhe a resposta, sem distribuir papéis. Pergunte o que há de errado nessa fala mesmo quando a mentira foi recusada. Traga a distinção entre julgar uma ação e tratar a pessoa com superioridade.
Leia devagar. Ouça uma resposta e peça que localize a razão nos fatos do caso. Não peça relatos pessoais. Esta pausa muda a interpretação antes da próxima evidência. Reserva: esta tela sai dos percursos de 45 e 40 minutos.
EXPOSIÇÃO DO PROFESSOR. Demonstre a fala: não vou confirmar isso, mas posso ir com você explicar. Depois demonstre a frase humilhante. Explique a diferença de relação, não apenas de tom.
Condução: conversa direta com o professor; peça razões e acompanhe a resposta, sem distribuir papéis. Reserve os cinco minutos. Retome a fala de Caio e desloque a pergunta para quem escuta. Deixe um breve silêncio, sem exigir resposta pessoal. Quem quiser falar pode usar uma situação inventada. A Não transformar o momento em confissão. Preserve os cinco minutos desta virada.
Condução: conversa direta com o professor; peça razões e acompanhe a resposta, sem distribuir papéis. Ouça alguém que mudou e alguém que manteve o juízo. Peça uma razão que considere Caio e a colega prejudicada. Não conte mudança de opinião como sucesso obrigatório.
Condução: exposição do professor; não abrir uma rodada de respostas nesta tela. Encerre com essa pergunta, sem completar com uma frase de efeito. A resposta pode continuar sendo pensada depois da aula. Não solicitar registro ou tarefa escrita. No percurso de 40 minutos, esta passagem dispõe de 1 minuto(s), em vez de 6.
2º ano · Vocação
Um futuro anunciado à mesa antes de ter sido escolhido.
Participação exclusivamente oral, com o professor. Sem escrita ou atividades em grupo.
Ritmo: Uma escolha própria precisa de razões, investigação e diálogo com quem participa de suas condições.
Conversa com a turma: aproximadamente 17 minutos previstos no percurso de 50 minutos. Estimativa de condução, ajustável às respostas.
Dinâmicas: Discussão de uma escolha profissional; Ensaio oral de uma conversa com a família.
Ato: Formular uma pergunta necessária antes de assumir uma escolha profissional.
A instalação representa um papel preparado por outras pessoas; não apresente a família como inimiga. Conte o anúncio feito por ela e examine como Júlia pode reconhecer o cuidado recebido e ainda formular a própria decisão. Diferencie desejo, expectativa e compromisso assumido. Ilustração conceitual criada para esta aula; não é registro de pesquisa nem fotografia documental.
Condução: leia ou conte a cena inteira antes de comentá-la. Pergunte o que Júlia faria na mesa. Ouça respostas antes de explicar autonomia. Não peça que a turma exponha conflitos familiares. Composição R14: imagem integrada ao slide; mantenha a legenda fora dos rostos e dos detalhes em análise.
Condução: conversa direta com o professor; peça razões e acompanhe a resposta, sem distribuir papéis. Explore o momento da conversa: contestar ali, falar em particular, pedir tempo. Pergunte o custo de cada alternativa sem tratar uma família preocupada como inimiga.
Dê tempo para observar. Peça uma justificativa ancorada no que aparece na tela. Retome a cena anterior antes de avançar.
Condução: exposição do professor; não abrir uma rodada de respostas nesta tela. Dê a melhor versão das razões de cada um. Pergunte que conselho útil poderia existir ali, mesmo que Júlia termine escolhendo outra formação. No percurso de 40 minutos, esta passagem dispõe de 1 minuto(s), em vez de 3.
EXPOSIÇÃO DO PROFESSOR. Evite pais como vilões e adolescente como dono de uma intuição infalível. Mostre que ter voz na decisão envolve responsabilidade por investigar.
Condução: exposição do professor; não abrir uma rodada de respostas nesta tela. Pergunte o que uma postagem deixa de mostrar. Trecho Apoio conceitual da versão anterior: Profissão vista de fora O vídeo editado. O resultado bonito. Trabalho numa terça-feira Tarefa repetitiva. Formação e dificuldade. Leitura visual: Ferramentas, tentativas e tarefas repetidas aparecem por trás da imagem pública de uma profissão. A imagem é uma situação construída para análise, não um registro de pesquisa. Composição R14: imagem integrada ao slide; mantenha a legenda fora dos rostos e dos detalhes em análise.
Autonomia não é sinônimo de fazer tudo sozinho. Contrapor a razão assumida à pressão, sem caricaturar pais ou estudantes. É uma aplicação didática, não uma avaliação psicológica de Júlia.
Retome a situação de Júlia: conhecer não é prometer uma escolha. Compare o prestígio de uma profissão com o trabalho concreto: revisar, ouvir clientes, calcular e refazer. Arquitetura é o exemplo representado, não o destino obrigatório da personagem. Composição R14: imagem integrada ao slide; mantenha a legenda fora dos rostos e dos detalhes em análise.
EXPOSIÇÃO DO PROFESSOR. A visita ao trabalho acrescenta realidade. Ensine o contraste entre gostar de uma representação e estar disposto a aprender a prática. Não prometer que uma visita resolve a escolha para sempre.
Condução: leia ou conte a cena inteira antes de comentá-la. Diferencie limite material presente e proibição definitiva. Considere alternativas reais sem prometer bolsa ou emprego. Júlia precisa investigar possibilidades, prazos e custos.
Exemplo de investigação de formação; não recomenda produto financeiro nem informa regras de bolsas. Não peça aos alunos que declarem renda familiar em público.
Condução: conversa direta com o professor; peça razões e acompanhe a resposta, sem distribuir papéis. Você representa a expectativa da família com uma pergunta respeitosa. Peça a um aluno uma fala de Júlia, de seu lugar. Explore clareza e consideração, sem pedir que decore uma fórmula. Reserva: esta tela sai dos percursos de 45 e 40 minutos.
Condução: exposição do professor; não abrir uma rodada de respostas nesta tela. Aproxime prudência da deliberação prática, não do medo de qualquer risco. A decisão tem um bem em vista, mas também precisa considerar meios e circunstâncias. Referência: Ética a Nicômaco, livros III e VI.
EXPOSIÇÃO DO PROFESSOR. Leitura aplicada de Aristóteles III. Não transformar limitação financeira em falta de mérito, nem ensinar que basta insistir. Mostre a agência que permanece: conhecer, perguntar, comparar condições e conversar.
Condução: leia ou conte a cena inteira antes de comentá-la. Retomada oral com nova informação. Pergunte de quem é a responsabilidade pelo anúncio precipitado e como voltar atrás sem humilhar. Escute a dificuldade de desapontar alguém importante. Reserva: esta tela sai dos percursos de 45 e 40 minutos.
Condução: conversa direta com o professor; peça razões e acompanhe a resposta, sem distribuir papéis. Preserve cinco minutos. Retire imaginariamente a pressão para examinar o desejo: além de fugir de uma cobrança, há alguma atividade, pessoa ou necessidade a que se deseja responder? Pode haver dúvida. Não solicite anúncio de carreira nem revelação de expectativas familiares. Preserve os cinco minutos desta virada.
Condução: conversa direta com o professor; peça razões e acompanhe a resposta, sem distribuir papéis. Troque a imagem de prestígio pela rotina. Deixe os alunos sugerirem perguntas para uma conversa com alguém da área; não invente condições de uma profissão específica. Leitura visual: Retome os bastidores e escolha uma pergunta concreta sobre o trabalho cotidiano. A imagem é uma situação construída para análise, não um registro de pesquisa. Composição R14: imagem integrada ao slide; mantenha a legenda fora dos rostos e dos detalhes em análise.
Dê tempo para observar. Peça uma justificativa ancorada no que aparece na tela. Retome a cena anterior antes de avançar.
Condução: exposição do professor; não abrir uma rodada de respostas nesta tela. Feche com uma fala possível e deixe que a turma diga o que deveria vir depois. Sem promessa de resolver uma escolha profissional em uma aula. No percurso de 40 minutos, esta passagem dispõe de 1 minuto(s), em vez de 4.
2º ano · Vocação
Duas oportunidades boas disputam a mesma segunda-feira.
Participação exclusivamente oral, com o professor. Sem escrita ou atividades em grupo.
Ritmo: Uma escolha entre bens inclui renúncia; sentir sua falta não prova erro.
Conversa com a turma: aproximadamente 20 minutos previstos no percurso de 50 minutos. Estimativa de condução, ajustável às respostas.
Dinâmicas: Discussão de uma escolha com custo.
Ato: Explicar uma decisão e a responsabilidade que começa com ela.
Nenhuma porta representa a escolha correta. Apresente as duas oportunidades de Nina e investigue primeiro se o conflito de horários pode ser resolvido. Só depois trabalhe critérios e renúncia: sentir falta da alternativa não prova que a decisão foi errada. Ilustração conceitual criada para esta aula; não é registro de pesquisa nem fotografia documental.
Condução: leia ou conte a cena inteira antes de comentá-la. Apresente o conflito sem chamar uma alternativa de mais útil ou mais nobre. Pergunte como começaria a decidir.
Dê tempo para observar. Peça uma justificativa ancorada no que aparece na tela. Retome a cena anterior antes de avançar. Composição R14: imagem integrada ao slide; mantenha a legenda fora dos rostos e dos detalhes em análise.
Condução: conversa direta com o professor; peça razões e acompanhe a resposta, sem distribuir papéis. Ouça perguntas e só depois revele as condições. Investigar alternativas faz parte da decisão; não presuma um dilema antes de verificar se os compromissos realmente se excluem. Reserva: esta tela sai dos percursos de 45 e 40 minutos.
Dê tempo para observar. Peça uma justificativa ancorada no que aparece na tela. Retome a cena anterior antes de avançar.
EXPOSIÇÃO DO PROFESSOR. Ensine a passagem entre problema aparente e conflito confirmado. O desenho das duas portas é uma representação inicial, não descrição completa do que é possível.
Condução: dê tempo para olhar; faça apenas a pergunta central depois da observação. Desenvolva a explicação a partir dos detalhes projetados. Não solicitar uma resposta a cada frase. Imagem: Observar a bifurcação representada e criticar o que essa imagem omite sobre escolhas reais. No percurso de 40 minutos, esta passagem dispõe de 1 minuto(s), em vez de 4. Composição R14: imagem integrada ao slide; mantenha a legenda fora dos rostos e dos detalhes em análise.
Condução: exposição do professor; não abrir uma rodada de respostas nesta tela. Feche a possibilidade de solução fácil apenas depois da investigação. Pergunte o que poderia orientar a escolha quando as duas oportunidades são boas. No percurso de 40 minutos, esta passagem dispõe de 2 minuto(s), em vez de 4. Apoio conceitual da versão anterior: Outra turma Não existe Confirmado Trocar horário Não é possível Confirmado Próximo semestre Pode tentar Sem garantia Leitura visual: Laboratório e teatro representam as duas atividades do caso; ambas podem ser valiosas. A imagem é uma situação construída para análise, não um registro de pesquisa. Composição R14: imagem integrada ao slide; mantenha a legenda fora dos rostos e dos detalhes em análise.
Leitura de Ética a Nicômaco III. Não reduzir a escolha a otimização financeira. Uma renúncia a um bem pode acompanhar uma decisão boa.
Condução: conversa direta com o professor; peça razões e acompanhe a resposta, sem distribuir papéis. Conversa conduzida pelo professor. Ouça defesas das duas escolhas; pergunte quais informações sobre Nina faltam. A turma não precisa alcançar unanimidade.
Leia devagar. Ouça uma resposta e peça que localize a razão nos fatos do caso. Não peça relatos pessoais. Esta pausa muda a interpretação antes da próxima evidência.
EXPOSIÇÃO DO PROFESSOR. Defina custo de oportunidade como uso alternativo relevante do tempo; não projetar cálculo monetário. A tristeza por perder o ensaio é compreensível mesmo se a escolha da pesquisa teve boas razões.
Condução: leia ou conte a cena inteira antes de comentá-la. Retomada oral: diferencie sentir falta de um bem e descobrir um erro. Peça um fato que justificaria rever, além do desconforto de ter renunciado. Apoio conceitual da versão anterior: “Vi o ensaio. Queria estar lá.” Nina “Então você escolheu errado?” Amiga Leitura visual: O ensaio continua mesmo depois de Nina escolher a pesquisa. A imagem é uma situação construída para análise, não um registro de pesquisa. Composição R14: imagem integrada ao slide; mantenha a legenda fora dos rostos e dos detalhes em análise.
Dê tempo para observar. Peça uma justificativa ancorada no que aparece na tela. Retome a cena anterior antes de avançar. Reserva: esta tela sai dos percursos de 45 e 40 minutos.
Condução: conversa direta com o professor; peça razões e acompanhe a resposta, sem distribuir papéis. Preserve cinco minutos. Retome a decisão como compromisso com pessoas e trabalho real. Um aluno pode comentar o caso de Nina; ninguém precisa revelar promessas que descumpriu. Explore o que gostar de uma possibilidade exige quando ela se torna uma tarefa. Preserve os cinco minutos desta virada.
Condução: conversa direta com o professor; peça razões e acompanhe a resposta, sem distribuir papéis. Trecho Compare razões concretas. Não conclua que perseverar é sempre melhor ou que qualquer incômodo exige trocar de caminho.
Dê tempo para observar. Peça uma justificativa ancorada no que aparece na tela. Retome a cena anterior antes de avançar.
EXPOSIÇÃO DO PROFESSOR. Dê um exemplo de cada: tarefa difícil já anunciada; horário alterado que inviabiliza comparecer. Ensine os critérios e só depois peça que os alunos apliquem ao caso de Nina.
Condução: exposição do professor; não abrir uma rodada de respostas nesta tela. Peça uma fala respeitosa, breve e clara. Não precisa desvalorizar o projeto ou inventar uma desculpa para justificar a recusa.
1º e 2º anos · Eu e o mundo
Reconstruir um dia comum pelo trabalho de quem costuma ficar fora da cena.
Participação exclusivamente oral, com o professor. Sem escrita ou atividades em grupo.
Ritmo: A independência pessoal existe dentro de uma rede de trabalho e responsabilidade.
Conversa com a turma: aproximadamente 9 minutos previstos no percurso de 50 minutos. Estimativa de condução, ajustável às respostas.
Dinâmicas: Reconstrução oral de uma cadeia de trabalho; Discussão de uma responsabilidade comum.
Ato: Propor oralmente um cuidado justo com o espaço comum.
A arquitetura é uma ilustração conceitual, não um projeto técnico. Identifique dois trabalhos que a imagem torna visíveis. Na sala do slide seguinte, amplie a análise para manutenção, limpeza, organização e conhecimento. Evite reduzir a discussão a agradecer: examine dependências e responsabilidade pelo espaço comum. Ilustração conceitual criada para esta aula; não é registro de pesquisa nem fotografia documental.
Condução: dê tempo para olhar; faça apenas a pergunta central depois da observação. Desenvolva a explicação a partir dos detalhes projetados. Não solicitar uma resposta a cada frase. Imagem: Observar infraestrutura material e tarefas necessárias para uma aula acontecer. Composição R14: imagem integrada ao slide; mantenha a legenda fora dos rostos e dos detalhes em análise.
Condução: exposição do professor; não abrir uma rodada de respostas nesta tela. Desenvolva a explicação a partir dos detalhes projetados. Não solicitar uma resposta a cada frase.
EXPOSIÇÃO DO PROFESSOR. Nomeie ações e pessoas, sem reduzir alguém ao papel de nos servir. A ilustração mostra trabalho concreto; não é fotografia documental da escola. Peça observação só depois de explicar a cadeia. No percurso de 40 minutos, esta passagem dispõe de 1 minuto(s), em vez de 3.
Condução: exposição do professor; não abrir uma rodada de respostas nesta tela. Desenvolva a explicação a partir dos detalhes projetados. Não solicitar uma resposta a cada frase. Imagem: Localizar o caso do troco e examinar a cadeia de trabalho que permite uma compra. Composição R14: imagem integrada ao slide; mantenha a legenda fora dos rostos e dos detalhes em análise.
Condução: conversa direta com o professor; peça razões e acompanhe a resposta, sem distribuir papéis. Desenvolva a explicação a partir dos detalhes projetados. Não solicitar uma resposta a cada frase. Apoio conceitual da versão anterior: 01 Produção 02 Transporte 03 Organização 04 Chega a você Leitura visual: Produzir, transportar e preparar a refeição exigem trabalhos diferentes. A imagem é uma situação construída para análise, não um registro de pesquisa. Composição R14: imagem integrada ao slide; mantenha a legenda fora dos rostos e dos detalhes em análise.
Dê tempo para observar. Peça uma justificativa ancorada no que aparece na tela. Retome a cena anterior antes de avançar. Apoio conceitual da versão anterior: Antes da falha O produto existe. Alguém já trabalhou. Depois da falha Não chegou ao destino. Outras tarefas param. Leitura visual: Retome a etapa de transporte e imagine que ela não ocorreu. A imagem é uma situação construída para análise, não um registro de pesquisa. Composição R14: imagem integrada ao slide; mantenha a legenda fora dos rostos e dos detalhes em análise.
Condução: dê tempo para olhar; faça apenas a pergunta central depois da observação. Desenvolva a explicação a partir dos detalhes projetados. Não solicitar uma resposta a cada frase. Imagem: Perceber trabalho acumulado e continuidade entre gerações a partir de uma construção. No percurso de 40 minutos, esta passagem dispõe de 1 minuto(s), em vez de 3. Composição R14: imagem integrada ao slide; mantenha a legenda fora dos rostos e dos detalhes em análise.
Condução: exposição do professor; não abrir uma rodada de respostas nesta tela. Mostre que competência pessoal e interdependência coexistem. Crescer amplia a capacidade de responder pelos próprios atos e perceber o que recebe dos outros. No percurso de 40 minutos, esta passagem dispõe de 2 minuto(s), em vez de 3.
EXPOSIÇÃO DO PROFESSOR. Distinguir dependência infantil evitável e interdependência humana. O objetivo não é culpabilizar quem precisa de apoio. Explique a reciprocidade antes de perguntar quem torna a manhã possível.
Condução: conversa direta com o professor; peça razões e acompanhe a resposta, sem distribuir papéis. Trecho Discuta respeito no encontro cotidiano. Evite pedir agradecimentos performáticos a funcionários ou sugerir que palavras gentis substituem condições justas de trabalho.
Dados do caso inventado, não levantamento sobre esta turma. A contagem de tarefas não mede sozinha esforço; peça que avaliem duração e dificuldade antes de dividir. Reserva: esta tela sai dos percursos de 45 e 40 minutos.
Condução: exposição do professor; não abrir uma rodada de respostas nesta tela. Pergunte o que a repetição revela. Disponibilidade pessoal pode ser boa, mas o acordo coletivo precisa evitar sobrecarga. Não elogiar quem se sacrifica indefinidamente. Reserva: esta tela sai dos percursos de 45 e 40 minutos.
Condução: exposição do professor; não abrir uma rodada de respostas nesta tela. Apresente justiça como atenção ao que é devido nas relações, não como prêmio por simpatia. Diferencie gratidão e dever. Referência: Ética a Nicômaco, livro V.
Aplicação filosófica de Ética a Nicômaco V. O diagrama é didático, não uma teoria econômica nem uma medição.
EXPOSIÇÃO DO PROFESSOR. Aplicação de Ética a Nicômaco V. Não equiparar justiça a dividir número de tarefas; duração, dificuldade e condições também importam. Use a tabela fictícia para demonstrar o limite da contagem simples.
Condução: dê tempo para olhar; faça apenas a pergunta central depois da observação. Reserve cinco minutos. Retome a sala pronta e o exemplo da manhã. Permita silêncio ou comentário sobre situação inventada. A mudança é perceber pessoas concretas por trás de condições habituais, sem exigir demonstração pública de gratidão. Preserve os cinco minutos desta virada.
Condução: conversa direta com o professor; peça razões e acompanhe a resposta, sem distribuir papéis. Desenvolva a explicação a partir dos detalhes projetados. Não solicitar uma resposta a cada frase.
Condução: exposição do professor; não abrir uma rodada de respostas nesta tela. Desenvolva a explicação a partir dos detalhes projetados. Não solicitar uma resposta a cada frase.
Dê tempo para observar. Peça uma justificativa ancorada no que aparece na tela. Retome a cena anterior antes de avançar. Composição R14: imagem integrada ao slide; mantenha a legenda fora dos rostos e dos detalhes em análise.
Condução: exposição do professor; não abrir uma rodada de respostas nesta tela. Desenvolva a explicação a partir dos detalhes projetados. Não solicitar uma resposta a cada frase.
1º e 2º anos · Projeto de Vida
Uma lista sem o nome esperado e a procura de um próximo passo possível.
Participação exclusivamente oral, com o professor. Sem escrita ou atividades em grupo.
Ritmo: Uma frustração real não encerra o valor da pessoa nem exige uma explicação consoladora imediata.
Conversa com a turma: aproximadamente 12 minutos previstos no percurso de 50 minutos. Estimativa de condução, ajustável às respostas.
Dinâmicas: Discussão de uma forma de oferecer ajuda.
Ato: Oferecer uma ajuda concreta que respeite a situação de Miguel.
A imagem não promete que uma frustração levará a algo melhor. Conte o resultado recebido por Miguel e reconheça a perda do futuro que ele imaginava. A aula diferencia o resultado, suas interpretações e os próximos passos que ainda podem ser escolhidos, sem apressar o consolo. Ilustração conceitual criada para esta aula; não é registro de pesquisa nem fotografia documental.
Condução: leia ou conte a cena inteira antes de comentá-la. Apresente a cena e espere alguns segundos. Não pedir relatos de fracasso pessoal. Pergunte o que ele pode estar tentando entender. Composição R14: imagem integrada ao slide; mantenha a legenda fora dos rostos e dos detalhes em análise.
Condução: leia ou conte a cena inteira antes de comentá-la. Desenvolva a explicação a partir dos detalhes projetados. Não solicitar uma resposta a cada frase.
Condução: leia ou conte a cena inteira antes de comentá-la. Pergunte por que dizemos isso e como a frase pode soar para quem perdeu algo importante. Não ridicularize a intenção de ajudar.
Dê tempo para observar. Peça uma justificativa ancorada no que aparece na tela. Retome a cena anterior antes de avançar.
EXPOSIÇÃO DO PROFESSOR. Demonstre a diferença entre presença e promessa. Não obrigue a pessoa a ver aprendizado no sofrimento. A cena é um resultado de seleção, não equivalência com todas as perdas da vida.
Condução: exposição do professor; não abrir uma rodada de respostas nesta tela. Diferencie o fato e o juízo generalizado sem negar a frustração. Pedir informação e apoio pode ajudar, mas a aula não é uma intervenção clínica.
Leia devagar. Ouça uma resposta e peça que localize a razão nos fatos do caso. Não peça relatos pessoais. Esta pausa muda a interpretação antes da próxima evidência.
Condução: exposição do professor; não abrir uma rodada de respostas nesta tela. Pergunte o que essa informação permite fazer e o que ela não permite garantir. Não converter a devolutiva em promessa de sucesso futuro.
Aplicação da teoria da autodeterminação; não afirmar que este caso reproduz um ensaio clínico. Evite prescrever uma reação emocional ou exigir que Miguel agradeça pela frustração.
EXPOSIÇÃO DO PROFESSOR. Explique o que foi avaliado, o que ficou fora e o que é possível investigar. Não dizer que critérios de seleção são sempre perfeitos. A possibilidade de falha do processo também pode ser examinada com evidências.
Condução: exposição do professor; não abrir uma rodada de respostas nesta tela. Discuta a diferença entre reconhecer uma situação e encontrar imediatamente uma solução. Não exigir reação rápida para demonstrar maturidade. Reserva: esta tela sai dos percursos de 45 e 40 minutos.
Leia devagar. Ouça uma resposta e peça que localize a razão nos fatos do caso. Não peça relatos pessoais. Esta pausa muda a interpretação antes da próxima evidência. Leitura visual: A maquete em andamento continua sendo um trabalho concreto, mesmo depois do resultado da seleção. A imagem é uma situação construída para análise, não um registro de pesquisa. Composição R14: imagem integrada ao slide; mantenha a legenda fora dos rostos e dos detalhes em análise.
Condução: conversa direta com o professor; peça razões e acompanhe a resposta, sem distribuir papéis. Peça uma oferta específica que respeite essa condição. Você conduz a conversa e pergunta se a proposta depende de algo que o amigo pode realmente oferecer. Reserva: esta tela sai dos percursos de 45 e 40 minutos.
Dê tempo para observar. Peça uma justificativa ancorada no que aparece na tela. Retome a cena anterior antes de avançar. Reserva: esta tela sai dos percursos de 45 e 40 minutos. Apoio conceitual da versão anterior: “Quer falar ou prefere que eu fique aqui?” Amigo “Ainda não quero pensar em outra seleção.” Miguel Leitura visual: O amigo coloca água sobre a mesa e permanece ao lado do trabalho inacabado. A imagem é uma situação construída para análise, não um registro de pesquisa. Composição R14: imagem integrada ao slide; mantenha a legenda fora dos rostos e dos detalhes em análise.
EXPOSIÇÃO DO PROFESSOR. Apresente como perspectiva filosófica e clínica de Frankl, não cura pela força de vontade. No caso, o amigo, a aprendizagem feita e tarefas presentes continuam existindo. Não universalizar o exemplo para trauma nem substituir assistência profissional.
Condução: dê tempo para olhar; faça apenas a pergunta central depois da observação. Preserve cinco minutos. A pergunta não serve para compensar a perda nem exigir gratidão por ela. Deixe a turma pensar no caso; é possível ainda não enxergar uma resposta. Explore uma possibilidade concreta de atenção e responsabilidade que não dependa de a seleção ter dado certo. Preserve os cinco minutos desta virada.
Condução: conversa direta com o professor; peça razões e acompanhe a resposta, sem distribuir papéis. Compare com as falas do começo. Pergunte o que mudou na compreensão do caso, sem premiar uma frase considerada emocionalmente perfeita.
Condução: exposição do professor; não abrir uma rodada de respostas nesta tela. Desenvolva a explicação a partir dos detalhes projetados. Não solicitar uma resposta a cada frase. No percurso de 40 minutos, esta passagem dispõe de 1 minuto(s), em vez de 6.
1º e 2º anos · Eu e o mundo
Um dia por sua conta: casa, tempo, compromissos e rede de apoio.
Participação exclusivamente oral, com o professor. Sem escrita ou atividades em grupo.
Ritmo: História contínua com cenas, documentos simulados, evidências e duas conversas orais.
Conversa com a turma: aproximadamente 12 minutos previstos no percurso de 50 minutos. Estimativa de condução, ajustável às respostas.
Dinâmicas: Decisão oral em uma cena; Retorno à história e síntese.
Ato: Aplicar oralmente os critérios da aula a uma decisão concreta.
Não comece definindo maturidade. Peça que observem os objetos: quais tarefas precisam ter acontecido para alguém sair de casa? Não pressuponha que os alunos sejam sustentados ou cuidados da mesma forma. Condução: explique a cena e conecte a decisão à próxima etapa da história. Imagem: Capa criada com IA para esta aula; cena fictícia, não é registro documental.
Abertura adaptada do roteiro enviado. Leia devagar e só depois pergunte a quem essa lista poderia pertencer. Não exigir que todos façam todas as tarefas sozinhos: necessidades e condições variam. Condução: explique a cena e conecte a decisão à próxima etapa da história.
Cenário fictício inspirado no roteiro. Perguntar por tarefas, não expor a organização de famílias. A aula não associa idade à obrigação de morar sozinho. Introduza em seguida Rafa e uma manhã comum, para tornar o problema concreto. Condução: explique a cena e conecte a decisão à próxima etapa da história.
Rafa, 17 anos, personagem fictício. Ouça duas prioridades e a justificativa. Reconstrua o que poderia ter sido preparado ontem. Não existe uma única sequência correta sem contexto. Condução: explique a cena e conecte a decisão à próxima etapa da história.
Mostre que antecipar não é prever tudo. São pequenas ações em pontos de controle. Em casas com recursos limitados, a alternativa pode ser pedir emprestado ou combinar outro horário. Condução: explique a cena e conecte a decisão à próxima etapa da história.
Não exija que estudantes descrevam a divisão familiar. Explique a cadeia de uma tarefa. A pessoa que organiza também trabalha, mesmo quando não faz a última etapa. Condução: explique a cena e conecte a decisão à próxima etapa da história. Imagem: Cena fictícia criada com IA para esta aula; não é registro de pessoa, empresa ou local específico.
Leia a frase como uma resposta cotidiana, sem ridicularizar. Compare “eu lavo quando mandam” com “eu acompanho quando precisa”. Responsabilidade compartilhada exige acordo, não adivinhação. Condução: explique a cena e conecte a decisão à próxima etapa da história.
A diferença é de 9,6 horas por semana. São médias de grupos, não diagnóstico de cada casa. Pergunte o que esse tempo pode disputar: estudo, descanso, lazer e trabalho remunerado. O dado mostra distribuição desigual, não capacidade natural. Condução: explique a cena e conecte a decisão à próxima etapa da história.
Reserva de aprofundamento. Peça que identifiquem três partes: perceber, fazer e conferir. Não atribuir todas as tarefas ao adolescente; o ponto é tornar a divisão explícita e proporcional. Condução: explique a cena e conecte a decisão à próxima etapa da história.
A fotografia é registro de fiscalização local do Procon, de agosto de 2026. O dado do slide seguinte é de setembro. A foto não deve ser interpretada como prova de preço daquela loja. Condução: explique a cena e conecte a decisão à próxima etapa da história. Imagem: Procon-CG, agosto/2026; fiscalização local.
Compare mesma marca e volume. O preço de uma amostra não é disponibilidade garantida. Entrega e deslocamento podem mudar a economia. Não confundir água mineral com água adicionada de sais. Condução: explique a cena e conecte a decisão à próxima etapa da história.
Um preço menor pode continuar vantajoso ou deixar de ser. Não use a cena para prescrever transporte de recipientes pesados por adolescentes. O aprendizado é verificar o custo total e a possibilidade prática. Condução: explique a cena e conecte a decisão à próxima etapa da história.
Mostre a colisão. Pergunte qual informação faltou antes de confirmar. Não transforme família sempre em prioridade automática: urgência, possibilidade de reagendar e pessoas afetadas orientam a decisão. Condução: explique a cena e conecte a decisão à próxima etapa da história.
Dê um exemplo oral completo: “Entrego o arquivo às 18h. Se o ônibus atrasar e eu não conseguir, aviso até 17h”. Isso ensina organização observável, em vez de recomendar genericamente “seja responsável”. Condução: explique a cena e conecte a decisão à próxima etapa da história.
Paráfrase, não citação literal de Em busca de sentido. Não dizer que toda tarefa cabe exclusivamente ao aluno. A reflexão liga liberdade a responsabilidade, com ajuda e divisão justa quando necessárias. Condução: explique a cena e conecte a decisão à próxima etapa da história.
Não transforme em lição sobre culpa. Peça que pensem em ações concretas em cinco minutos: verificar versões, avisar, recuperar o que existe e negociar uma entrega parcial se apropriado. Condução: explique a cena e conecte a decisão à próxima etapa da história.
Explique a diferença entre admitir um erro e desistir da própria capacidade. Uma desculpa pode acompanhar reparação; sozinha não reconstitui o trabalho. Condução: explique a cena e conecte a decisão à próxima etapa da história.
Mostre um exemplo de nome: “trabalho_historia_versao_final”. Não orientar a guardar senha aberta em arquivos. Documentos pessoais não devem ser enviados a desconhecidos nem publicados em grupos. Condução: explique a cena e conecte a decisão à próxima etapa da história.
Apresente calendário ou lista como apoio, não como prova de caráter. Não citar efeito clínico sem estudo. Pergunte em qual momento do dia Rafa poderia consultar o registro, em vez de montar um sistema complicado. Condução: explique a cena e conecte a decisão à próxima etapa da história. Imagem: Cena fictícia criada com IA para esta aula; não é registro de pessoa, empresa ou local específico.
Exemplos: consulta tem hora; lavar roupa volta; obter um documento pode depender de outro serviço. Evite acumular aplicativos. O aluno precisa entender o critério antes da ferramenta. Condução: explique a cena e conecte a decisão à próxima etapa da história.
Esta é a virada do percurso. Crescer não significa isolamento. Reconheça diferenças de suporte familiar e condição material. Apoio pode vir de responsável, escola, unidade de saúde ou serviço público. Condução: explique a cena e conecte a decisão à próxima etapa da história.
Não prometer solução imediata nem atribuir tudo ao Procon. O SINE-PB tem posto na Casa da Cidadania/City Mix, Av. Presidente Getúlio Vargas, 575, 1º andar; confira funcionamento antes de ir. Em risco imediato, procure atendimento de emergência adequado. Condução: explique a cena e conecte a decisão à próxima etapa da história.
Explique que código de verificação permite acesso à conta e não deve ser entregue a terceiros. Ensine verificar pelo canal oficial aberto por iniciativa própria. Não pedir que alunos relatem golpes sofridos diante da turma. Condução: explique a cena e conecte a decisão à próxima etapa da história.
Retome a pressão de tempo do início. Pausa aqui é procedimento de segurança, não passividade. Não acesse links recebidos para “verificar” o próprio pedido suspeito. Condução: explique a cena e conecte a decisão à próxima etapa da história.
Evite transformar todo tempo livre em produtividade. Descanso e convivência não são prêmios só para quem terminou tudo. Responsabilidades devem ser distribuídas para preservar essas condições. Condução: explique a cena e conecte a decisão à próxima etapa da história.
Dê linguagem concreta: “Consigo fazer isso hoje, mas preciso que outra pessoa assuma aquilo”. O adolescente não deve ser responsabilizado sozinho por dificuldades estruturais da casa. Condução: explique a cena e conecte a decisão à próxima etapa da história.
Adapta a tela de método do roteiro. Não afirmar que um estudo nunca existiu apenas porque não foi localizado, nem apresentar Rossmann como ensaio causal. A tarefa é reconhecer o que falta para conferir uma alegação viral. Condução: explique a cena e conecte a decisão à próxima etapa da história.
Ouça três propostas e peça que expliquem qual problema cada uma evita. Não aceitar apenas “ter responsabilidade”: transformar em ação verificável. Não precisa registrar em papel. Condução: ouça duas respostas e peça justificativa antes de apresentar a síntese.
É convite, não tarefa obrigatória nem avaliação da família. O aluno pode escolher material escolar, um combinado ou parte de uma tarefa doméstica. Evite sugerir responsabilidade incompatível com idade e recursos. Condução: explique a cena e conecte a decisão à próxima etapa da história. Imagem: Cena fictícia criada com IA para esta aula; não é registro de pessoa, empresa ou local específico.
Feche conectando autonomia e convivência: aprender, pedir apoio, reparar erros e contribuir. Não encerrar com ameaça sobre a dificuldade da vida adulta. A perspectiva é construir capacidade para enfrentar responsabilidades reais. Condução: explique a cena e conecte a decisão à próxima etapa da história.
1º e 2º anos · Vocação
Da primeira candidatura à primeira semana: aprender, conferir e comunicar.
Participação exclusivamente oral, com o professor. Sem escrita ou atividades em grupo.
Ritmo: História contínua com cenas, documentos simulados, evidências e duas conversas orais.
Conversa com a turma: aproximadamente 12 minutos previstos no percurso de 50 minutos. Estimativa de condução, ajustável às respostas.
Dinâmicas: Decisão oral em uma cena; Retorno à história e síntese.
Ato: Aplicar oralmente os critérios da aula a uma decisão concreta.
Apresente a aula como uma primeira semana de trabalho simulada, com passagem pela candidatura. A imagem representa uma jovem adulta em treinamento numa padaria. Não é propaganda de uma empresa real. Condução: explique a cena e conecte a decisão à próxima etapa da história. Imagem: Capa criada com IA para esta aula; cena fictícia, não é registro documental.
Abertura adaptada do roteiro. Corrigido intervalo:14h20a17h são2h40, não3h. Não transformar a cena em teste moral nem presumir que todo trabalho oferece tarefas autônomas seguras. Condução: explique a cena e conecte a decisão à próxima etapa da história.
Ouça escolhas sem endossar agir fora da autorização. Registrar mentalmente ou no quadro é opcional. Usar celular depende de política e contexto; não associar qualquer pausa a descompromisso. Condução: ouça duas respostas e peça justificativa antes de apresentar a síntese.
Antes de revelar informações, peça duas perguntas que fariam ao recrutador. Exemplos: vínculo, jornada, tarefas, idade mínima, benefícios e identidade da empresa. O valor é fictício e não representa salário médio em Campina. Condução: explique a cena e conecte a decisão à próxima etapa da história.
Explique que informação incompleta não prova golpe, mas precisa ser esclarecida. Conversa por mensagem também pode ser legítima; cuidado deve se apoiar em sinais concretos. Condução: explique a cena e conecte a decisão à próxima etapa da história.
Não afirmar que toda formação paga é fraude. Cobrança para garantir contratação exige desconfiança. Não enviar códigos, senha ou documentos sensíveis a contato não verificado. Compartilhe a situação com adulto confiável ou serviço adequado. Condução: explique a cena e conecte a decisão à próxima etapa da história.
A Constituição proíbe trabalho abaixo de 16, salvo aprendizagem a partir de 14. Não apresentar a regra como autorização para toda atividade a partir de 16. Há restrições específicas e obrigação de proteger escolarização. Condução: explique a cena e conecte a decisão à próxima etapa da história.
Explique que não é apenas “salário menor para iniciante”. A formação e a frequência escolar, quando aplicáveis, fazem parte das condições legais. Jornada tem regras próprias, em geral até seis horas, com exceção legal; não detalhar exceções sem necessidade. Condução: explique a cena e conecte a decisão à próxima etapa da história.
Estágio não é sinônimo de emprego. Quando cumpre os requisitos legais, não cria vínculo de emprego. Não dizer que estágio sempre é remunerado: diferenciar obrigatório e não obrigatório. Condução: explique a cena e conecte a decisão à próxima etapa da história.
Endereço consultado no portal oficial de postos do SINE-PB. Não confundir com anúncio de vagas atuais nem garantir contratação. Distinguir posto estadual do Sine municipal quando orientar contato. Condução: explique a cena e conecte a decisão à próxima etapa da história.
Pesquisa de empregadores de diferentes economias. Não confundir habilidade citada com causa de contratação ou salário garantido. Conecte pensamento analítico a entender tarefa, conferir informação e identificar o problema antes de agir.
Diferencie atividade escolar de experiência profissional formal. Projetos, cursos e responsabilidades podem sustentar habilidades se descritos corretamente. Não chamar cuidado familiar de emprego se não foi. Condução: explique a cena e conecte a decisão à próxima etapa da história.
Não ensinar uma frase universal para copiar. Peça que identifiquem ação, contexto e resultado. Se a pessoa só participou, deve dizer isso em vez de se atribuir a coordenação. Condução: explique a cena e conecte a decisão à próxima etapa da história.
Evite CPF, RG, dados bancários, senhas e endereço completo como informação padrão de currículo. Não usar foto como exigência universal. Não inventar fluência em ferramentas. Condução: explique a cena e conecte a decisão à próxima etapa da história.
Faça uma resposta oral de 30 segundos como modelo. A entrevista não pede autobiografia completa. Mostre como conectar trajetória e tarefa sem decorar discurso de motivação. Condução: explique a cena e conecte a decisão à próxima etapa da história. Imagem: Cena fictícia criada com IA para esta aula; não é registro de pessoa, empresa ou local específico.
Não prometer aprendizado instantâneo. Honestidade evita tarefa mal executada por falsa expectativa. Se a habilidade é indispensável, pode ser preciso formação antes da contratação. Condução: explique a cena e conecte a decisão à próxima etapa da história.
Retome a cena concreta da padaria. A tarefa é fictícia e adequada à personagem de 19 anos. A dúvida principal é o que “organizar” significa naquele trabalho. Condução: explique a cena e conecte a decisão à próxima etapa da história.
Mostre três critérios possíveis. Nenhum é correto fora do contexto. O profissional precisa confirmar o resultado esperado antes de escolher uma regra por conta própria. Condução: explique a cena e conecte a decisão à próxima etapa da história.
Dê resposta situada: pedidos separados por horário, prontos até 10h e conferidos pelo número da encomenda. Não perguntar tudo sem escutar a orientação anterior; registrar o essencial ajuda. Condução: explique a cena e conecte a decisão à próxima etapa da história.
Explique a cadeia de consequências sem ameaçar com demissão. Conferir campo essencial previne retrabalho. Qualidade é atender ao critério da tarefa, não gastar tempo infinito em detalhes irrelevantes. Condução: explique a cena e conecte a decisão à próxima etapa da história. Imagem: Cena fictícia criada com IA para esta aula; não é registro de pessoa, empresa ou local específico.
Peça uma alternativa ao silêncio. A mensagem informa fato, impacto e ação. Não ensinar a esconder erro nem aceitar humilhação como consequência normal. Condução: explique a cena e conecte a decisão à próxima etapa da história.
Adapta a virada do roteiro sem reduzir salário ao mérito pessoal ou presumir que sempre há trabalho extra autorizado. Responsabilidade da organização inclui orientação, jornada e condições de execução. Condução: explique a cena e conecte a decisão à próxima etapa da história.
Ensine a pedir critério: “Qual parte precisa mudar?”. Feedback sobre trabalho não autoriza ofensa, discriminação ou assédio. Uma orientação pode ser firme e respeitosa. Condução: explique a cena e conecte a decisão à próxima etapa da história.
Exemplo: sugerir etiqueta nova é diferente de prometer desconto ao cliente. Competência inclui reconhecer a própria alçada. Não confundir obediência cega com respeito ao processo. Condução: explique a cena e conecte a decisão à próxima etapa da história.
Acolha sem solicitar relatos públicos. Canais de apoio podem incluir responsável, escola, entidade formadora, RH e órgãos competentes. Para adolescentes, reafirmar proteção especial. Não exigir confronto individual em situação de risco. Condução: explique a cena e conecte a decisão à próxima etapa da história.
Não ignorar necessidade de renda. Pergunte quais apoios ou ajustes podem preservar estudo. Só comparar salário sem tempo de deslocamento produz uma decisão incompleta. Condução: explique a cena e conecte a decisão à próxima etapa da história. Imagem: Cena fictícia criada com IA para esta aula; não é registro de pessoa, empresa ou local específico.
Tela de método baseada no roteiro. Não confundir Page Personnel, Leadership IQ e CERI como um mesmo estudo. Uma lista só de motivos comportamentais não demonstra que competência técnica nunca conta. Interesse comercial merece exame, não invalidação automática. Condução: explique a cena e conecte a decisão à próxima etapa da história.
Peça que justifiquem a decisão agora. Esperar orientação pode ser correto em tarefa de risco ou acesso restrito. Iniciativa útil considera função, segurança e autorização. Não apresentar “fazer sozinho” como resposta universal. Condução: ouça duas respostas e peça justificativa antes de apresentar a síntese.
Não prometer que uma demonstração basta para toda aprendizagem. As frases são exemplos adaptáveis, não texto para decorar nem obrigação de enfrentar ofensa sem apoio. Condução: explique a cena e conecte a decisão à próxima etapa da história.
Feche sem prometer emprego em troca de atitude. Formação, oportunidades e condições de trabalho importam. O objetivo é chegar mais preparado para reconhecer uma boa oportunidade e agir com critério. Condução: explique a cena e conecte a decisão à próxima etapa da história.
1º e 2º anos · Projeto de Vida
Um salário atravessa o mês em Campina: gastos, tributos e imprevistos.
Participação exclusivamente oral, com o professor. Sem escrita ou atividades em grupo.
Ritmo: História contínua com cenas, documentos simulados, evidências e duas conversas orais.
Conversa com a turma: aproximadamente 12 minutos previstos no percurso de 50 minutos. Estimativa de condução, ajustável às respostas.
Dinâmicas: Decisão oral em uma cena; Retorno à história e síntese.
Ato: Aplicar oralmente os critérios da aula a uma decisão concreta.
Comece pela expectativa de receber, não por definições fiscais. Explique que acompanharemos Lia, 19 anos, em uma simulação de vida em Campina. Ela não representa todos os alunos nem a renda média local. Condução: explique a cena e conecte a decisão à próxima etapa da história. Imagem: Capa criada com IA para esta aula; cena fictícia, não é registro documental.
Deixe o número na tela por alguns segundos. Não peça exposição de salário familiar. Na próxima tela, apresente a unidade legal e suas limitações. Condução: explique a cena e conecte a decisão à próxima etapa da história.
Decreto12.797/2025. O valorhora usa a convenção legal, não176horas produtivas do mês. Não dizer que a lei mede o valor da pessoa. Antes de descontos e gastos essenciais; são horas-equivalentes de remuneração. Condução: explique a cena e conecte a decisão à próxima etapa da história.
Conversão aproximada em mínimo-hora bruto, não dias efetivos necessários para comprar. Parte da renda já está comprometida; não fingir que toda hora pode ser poupada. O valor de um objeto depende também de necessidade e uso. Condução: explique a cena e conecte a decisão à próxima etapa da história.
Contribuição progressiva: 1.621×7,5% +879×9%=200,685; arredondamento final R$200,69. Não aplicar a última alíquota ao salário todo. IR zero na hipótese. Benefícios, vale-transporte e demais descontos poderiam mudar o crédito real. Condução: explique a cena e conecte a decisão à próxima etapa da história.
Para emprego comum, FGTS em regra 8%; na aprendizagem 2%. Não aprofundar faixas aqui. O contracheque completo fica no roteiro. Renda tributável até R$5 mil mensais tem redução que zera IR em 2026 nas condições legais; outras fontes podem exigir ajuste. Condução: explique a cena e conecte a decisão à próxima etapa da história.
Esta é a única aparição da fotografia da cidade nas três novas aulas. Situe o cenário, sem vender a simulação como custo médio municipal. Não há pesquisa de aluguel por trás dos valores fictícios. Condução: explique a cena e conecte a decisão à próxima etapa da história. Imagem: Polêmica Paraíba, 2020; Açude Velho, Campina Grande.
Não prescrever garantia contratual específica. Pergunte qual item os alunos esqueceriam ao sair de casa. Relacione propriedade e uso: mesmo casa própria tem manutenção e contas. Condução: explique a cena e conecte a decisão à próxima etapa da história. Imagem: Cena fictícia criada com IA para esta aula; não é registro de pessoa, empresa ou local específico.
Saldo:2.299,31−850=1.449,31. Os R$200 são um envelope para despesas compartilhadas como água, energia e gás; consumo real varia. Não adicionar de novo a pesquisa de gás que virá como exercício comparativo. Condução: explique a cena e conecte a decisão à próxima etapa da história.
Convide a turma a completar oralmente com um item; não fazer lista interminável. O efeito é perceber que “comprar comida” não cobre toda a manutenção da casa. Não atribuir preços não pesquisados aos produtos. Condução: explique a cena e conecte a decisão à próxima etapa da história. Imagem: Cena fictícia criada com IA para esta aula; não é registro de pessoa, empresa ou local específico.
R$20 não é uma prescrição alimentar. Mostre a multiplicação visualmente. Se o orçamento não permite alimentação adequada, o problema não se resolve simplesmente exigindo disciplina. Condução: explique a cena e conecte a decisão à próxima etapa da história.
Saldo1.449,31−600=849,31. Não culpar quem usa refeições fora por necessidade de trabalho, estudo ou ausência de cozinha. A aula mostra recorrência e contexto. Condução: explique a cena e conecte a decisão à próxima etapa da história.
Otimiza é fonte secundária que cita Jornal da Paraíba. Conferir tarifa antes de reaplicar a aula. Vale-transporte muda o desembolso do empregado; nesta simulação Lia paga as viagens diretamente. Condução: explique a cena e conecte a decisão à próxima etapa da história.
Esses valores não são médias nem garantia de cobertura de necessidades. Medicamentos e condições de saúde podem elevar muito o gasto. Lazer não é tratado como erro moral. Condução: explique a cena e conecte a decisão à próxima etapa da história.
Ocultar o valor até ouvir duas estimativas. As despesas somam850+600+215,60+70+100+120=1.955,60. Pergunte se “saldo na conta” é o mesmo que dinheiro livre para qualquer compra. Condução: explique a cena e conecte a decisão à próxima etapa da história.
Comparar a resposta inicial da turma com o saldo; sem ridicularizar. A diferença não foi causada por uma festa extravagante, mas por despesas regulares e contribuição. A renda e o arranjo de moradia alteram completamente o resultado. Condução: explique a cena e conecte a decisão à próxima etapa da história.
Não presumir que todos são sustentados; alguns já contribuem. Pergunte qual custo ficou mais visível, sem solicitar valores familiares. Reconhecimento não significa dívida emocional com responsáveis. Condução: explique a cena e conecte a decisão à próxima etapa da história.
Saldo343,71−550=−206,29 se tudo ocorrer no mesmo mês. Planejar a entrada, dividir custos e ter apoio muda a viabilidade. Esses valores não são anúncios reais; garantias e contrato podem acrescentar despesas. Condução: explique a cena e conecte a decisão à próxima etapa da história.
São cenários alternativos: o orçamento-base com reparo, ou com mudança. Não acumular ambos sem explicitar. Pergunte como negociar prazo, procurar orçamento e acessar apoio. A reserva reduz vulnerabilidade quando há capacidade de formá-la. Condução: explique a cena e conecte a decisão à próxima etapa da história.
IPTU e IPVA são impostos; licenciamento não é o mesmo imposto. Incidência, isenções e responsabilidade variam. Não dizer que todo adolescente deve pagá-los ou que o IPTU sempre recai sobre locatário. Condução: explique a cena e conecte a decisão à próxima etapa da história.
Diferencie imposto de renda e tributação do consumo. O encargo econômico pode estar no preço mesmo sem boleto separado. Não ensinar uma alíquota universal para toda compra. Condução: explique a cena e conecte a decisão à próxima etapa da história.
O valor20 é hipotético, não alíquota real de produto. A lei prevê informação aproximada dos tributos na formação do preço. O consumidor não soma20 novamente ao total100. Esse é o erro que a demonstração pretende evitar. Condução: explique a cena e conecte a decisão à próxima etapa da história.
ANEEL distingue custos de energia, transmissão/distribuição, encargos e tributos. A contribuição de iluminação pública é municipal. Não dividir o valor em percentuais inventados nem usar conta americana para ilustrar cobrança brasileira. Condução: explique a cena e conecte a decisão à próxima etapa da história.
Esclareça que contribuição previdenciária é tributo, mas não se confunde com imposto de renda. Não somar percentuais que têm bases diferentes. A reforma do consumo tem transição; esta visão não ensina uma lista de siglas como se fossem cumulativas para todo produto. Condução: explique a cena e conecte a decisão à próxima etapa da história.
Dado agregado permite discutir dimensão da arrecadação, não calcular o imposto pessoal de Lia. Não converter diretamente em dias trabalhados por aluno. Renda e padrão de consumo mudam o peso individual. Condução: explique a cena e conecte a decisão à próxima etapa da história.
A aula não reduz todo gasto público a desperdício nem trata arrecadação como garantia de boa entrega. Direito a serviço e controle social são temas concretos. Evite transformar a discussão em disputa partidária. Condução: explique a cena e conecte a decisão à próxima etapa da história.
Retome a casa própria da família e o trabalho não remunerado. O conforto construído ao longo de décadas não é uma renda que o primeiro salário reproduz. Não hierarquizar moralmente pessoas com e sem apoio. Condução: explique a cena e conecte a decisão à próxima etapa da história.
Síntese Ipea/PNAD Contínua. Não interpretar como salário típico da juventude nem como média de Campina. A remuneração anunciada no caso é fictícia e deliberadamente não é inferida desse indicador. Condução: explique a cena e conecte a decisão à próxima etapa da história.
Soma20.000dividida5=4.000. Ordenando cinco rendas, terceira=2.000. Não extrapolar a proporção de quatro abaixo da média para a população real. Condução: explique a cena e conecte a decisão à próxima etapa da história.
Renda por pessoa não é salário recebido por cada morador. Não atribuir uma posição nos10%ou1% sem apuração verificável de percentis. Médias de grupos ricos não são limites de entrada nesses grupos. Condução: explique a cena e conecte a decisão à próxima etapa da história.
Pergunte se a parcela cabe quando somada a outros compromissos. Nem todo parcelamento tem diferença de preço, e a alternativa à vista pode não estar disponível. Avaliar custo total, CET quando aplicável e condições. Condução: explique a cena e conecte a decisão à próxima etapa da história.
Lei14.690/2023art28e regulamentação:juros/encargosfinanceiros do rotativo e parcelamento da fatura limitados ao valororiginal, para operações abrangidas a partir de3jan2024. O limite não é taxa anual nem vale genericamente para todo empréstimo. Novas compras são novas obrigações. Conferir contrato e procurar orientação para caso individual. Condução: explique a cena e conecte a decisão à próxima etapa da história.
Não usar orçamento universal de veículo. Retome tributos sem transformar todos os custos em impostos. Mesmo um carro já quitado tem custo e risco de despesas. O mesmo raciocínio vale para celular, animal de estimação e moradia. Condução: explique a cena e conecte a decisão à próxima etapa da história. Imagem: Cena fictícia criada com IA para esta aula; não é registro de pessoa, empresa ou local específico.
Não supor um botijão por mês. São extremos de uma amostra. Frete e condições precisam ser comparados. O orçamento de Lia já reserva contas compartilhadas: o valor daqui não é uma nova despesa automaticamente somada. Condução: explique a cena e conecte a decisão à próxima etapa da história.
Virada entre35e40min. Retome primeiro salário, gastos de entrada, recorrentes, anuais e imprevistos. Planejamento é enxergar compromissos; não produz renda sozinho nem elimina desigualdades. Condução: explique a cena e conecte a decisão à próxima etapa da história.
Aporte no fim do mês, taxas mensais equivalentes. Primeiro caso aporta24mil; segundo79,2mil. Não chamar5%real garantido ou conservador por43anos; não usar Selic nominal menos IPCA sem critério. A versão viral depende de taxa, prazo e aporte.9%não é limiar exato, só um dos cenários. Condução: explique a cena e conecte a decisão à próxima etapa da história.
Ouça respostas apoiadas em uma cena da aula. Não exigir orçamento familiar. A avaliação é perceber gastos, distinguir base de comparação e reconhecer condições, não dizer que gastaria menos que os outros. Condução: ouça duas respostas e peça justificativa antes de apresentar a síntese.
Aplique oralmente a celular, curso ou mudança. Não fazer nova dinâmica extensa. Reforce que pesquisa local, contrato e situação individual devem ser conferidos numa decisão real. Condução: explique a cena e conecte a decisão à próxima etapa da história.
Paráfrase de SumaTeológicaII-IIq47; não citação literal de tradução portuguesa. Prudência não é recusar todo risco nem calcular a vida só por dinheiro. Conecta informação, circunstâncias e escolha. Condução: explique a cena e conecte a decisão à próxima etapa da história.
Feche com compreensão e possibilidade de ação, não medo ou culto à privação. Relembre que estudo, políticas públicas, oportunidades, rede de apoio e renda também mudam o que é possível. Dinheiro serve à vida que se quer sustentar, não mede o valor de uma pessoa. Condução: explique a cena e conecte a decisão à próxima etapa da história.
1º e 2º anos · Eu e o mundo
Por trás dos números: o que Haidt investiga e os efeitos no sono, na atenção e nas relações. Segundo encontro após Marte.
Participação exclusivamente oral, com o professor. Sem escrita ou atividades em grupo.
Ritmo: Dados e explicações conduzem a aula; o caso de Lucas reúne os impactos antes dos estudos de intervenção e do fechamento.
Conversa com a turma: aproximadamente 9 minutos previstos no percurso de 50 minutos. Estimativa de condução, ajustável às respostas.
Dinâmicas: Análise oral do caso de Lucas; Síntese oral de um resultado e seu impacto.
Ato: Relacionar as mudanças históricas a escolhas de convivência e responsabilidades possíveis hoje.
ABERTURA. Retome Marte em uma frase: na aula anterior examinamos um ambiente novo; hoje veremos o que as pesquisas encontraram. Apresente o percurso: tendências, impactos e respostas. A capa é uma ilustração de investigação, sem representar dados. PASSAGEM: Vamos começar pelo que costuma acontecer numa noite comum.
Explique o denominador: estudantes do ensino médio dos EUA, não toda a juventude mundial. São levantamentos transversais, não acompanhamento dos mesmos alunos. CDC: 50,8% em 1991 e 32,8% em 2015; relatório de 2023: cerca de 22%. A redução é um avanço. Não significa que beber proteja a saúde mental nem que deixar de beber provoque sofrimento. A mudança começou antes dos smartphones. As barras representam três anos selecionados, não intervalos cronológicos iguais. PASSAGEM: Mesmo com esse avanço, o sofrimento seguiu outra direção na década mais recente.
ABERTURA, 3 MINUTOS. Comece pelo contraste: de 35 para 22 em cada 100 estudantes relataram álcool nos últimos 30 dias; de 30 para 40 relataram sofrimento persistente. Pergunte: melhorar um comportamento garante que a saúde inteira melhorou? Ouça duas respostas. São séries do ensino médio americano, não tendência comprovada de toda a juventude mundial. Sofrimento é o indicador de tristeza/desesperança por duas semanas com abandono de atividades habituais; não diagnóstico médico. As linhas não mostram que beber menos causou sofrimento, nem isolam o papel das redes. Fonte: CDC, páginas impressas 26 e 54. Não apresente o álcool como proteção. O contraste mostra que comportamentos e bem-estar podem seguir direções diferentes. PASSAGEM: A pergunta passa a ser: o que mais mudou no ambiente em que os jovens crescem?
Apresente isso como tese de Haidt. Ele reúne pesquisas de diferentes autores; não realizou sozinho os levantamentos do livro. Situe a aceleração no começo da década de 2010. A questão não é condenar toda tecnologia, mas examinar o que muda nas condições de desenvolvimento. Não prometa que uma única causa explicará todas as histórias. PASSAGEM: Primeiro, uma mudança que já aparecia antes da pandemia.
Pesquisa de Twenge e colegas com dados do NSDUH. A medida usa respostas sobre sintomas compatíveis com episódio depressivo maior, não apenas uma pergunta sobre sentir tristeza. A comparação mostra 2005 e 2017; não localiza sozinha o ano de aceleração nem estabelece a causa. Aumento de 4,5 pontos percentuais, aproximadamente 52% em relação ao valor inicial. Não são 52% dos adolescentes deprimidos. Não confundir este indicador com o próximo, do YRBS. Esta comparação já termina antes da pandemia. PASSAGEM: Outro levantamento mostra como o sofrimento aparece no cotidiano e como varia entre meninas e meninos.
Leia primeiro o indicador e depois os dois grupos. Os pontos mostram somente 2013 e 2023: o segmento compara extremos, não representa uma trajetória anual. São alunos do ensino médio dos EUA, não esta turma. O questionário identifica uma experiência de sofrimento; não equivale a diagnóstico clínico de depressão. Explique em linguagem simples: mais jovens relatam sofrimento que atrapalha o cotidiano. Fonte: relatório, páginas impressas 56–57. O dado de 2023 atualiza o contexto após o lançamento do livro. PASSAGEM: E os outros hábitos de saúde: melhoraram todos?
COMPLEMENTO OPCIONAL. O que aparece nas academias ou nas redes não representa necessariamente toda a geração. A série completa encontrou tendência de queda em fortalecimento muscular, apesar da recuperação de 45% para 51% entre 2021 e 2023. Atividade de pelo menos 60 minutos todos os dias: 27% para 25%. Café da manhã diário: 38% para 27%. Não consumir refrigerante na semana: 22% para 31%. Isso não é avaliação completa da qualidade da dieta. Fonte: tabelas das páginas impressas 13 e 28. Para corrigir o exemplo anterior em sala: confirmei a queda do álcool nos EUA, mas os outros hábitos têm resultados mistos; não é correto afirmar que todos treinam mais e comem melhor. PASSAGEM: O sofrimento também aparece numa experiência que vocês conhecem: estar entre pessoas e não se sentir parte do grupo.
Estudo publicado em 2019, com bases de 1976–2017 e 8,2 milhões de adolescentes e ingressantes universitários. A estimativa de uma hora é específica dos concluintes que seguiriam para a universidade: 2016 versus final dos anos 1980. A pesquisa encontrou menos encontros, festas, saídas e namoro. A queda não foi explicada por aumento equivalente de deveres ou atividades extracurriculares. Não converta a estimativa em percentual sem conhecer os valores absolutos. A associação entre séries não prova que as redes causaram toda a redução. Diferencie convivência (experiência/tempo compartilhado) de solidão (sentimento). Como aplicação pedagógica, pergunte: que situações só aprendemos a resolver quando precisamos lidar com outras pessoas? Ouça uma resposta e exemplifique negociar uma tarefa ou reparar um mal-entendido. PASSAGEM: Menos encontros e sentir-se sozinho são coisas diferentes. Agora vejamos o sentimento de pertencimento na escola.
Explique solidão escolar como sensação de não pertencer, mesmo estando entre colegas. São levantamentos do PISA em anos diferentes, não o acompanhamento das mesmas pessoas. O achado antecede a pandemia e ultrapassa os EUA. O artigo encontrou associação com acesso a smartphones e uso da internet, mas não demonstrou causalidade. Não diga que 36 de 37 adolescentes são solitários: a unidade aqui é o país. A magnitude da mudança varia entre países. PASSAGEM: Quais partes da rotina ajudam a entender esses resultados?
Este é o mapa do capítulo 5, em linguagem adaptada. Explique cada termo em uma frase. “Uso compulsivo” traduz aqui a discussão de addiction no livro sem diagnosticar alunos. A ordem didática a seguir começa pelo sono, passa pela atenção e pelo convívio e termina na dificuldade de parar. PASSAGEM: Comecemos pela parte da rotina em que o custo pode ser visto no relógio.
A cena é ilustrada. Aponte o relógio, o livro e o aparelho; não atribua ao rosto um transtorno. Explique que o sono pode ser deslocado por qualquer atividade prolongada. O problema específico é levar para a cama um fluxo que continua oferecendo algo para fazer. PASSAGEM: O sono curto também aparece nos levantamentos populacionais.
Este é um resultado observado, diferente da imagem fictícia anterior. Pergunte apenas o que a mudança significa: menos alunos chegam a oito horas. Não diga que o levantamento provou que o celular causou toda essa queda. Horários escolares, deslocamentos, trabalho, preocupações e hábitos noturnos também podem interferir. O indicador mede duração relatada, não qualidade do sono nem diagnóstico de insônia. Fonte: página impressa 28. O dado permite fundamentar o prejuízo do sono sem depender apenas de opinião. PASSAGEM: Agora o relógio da imagem ajuda a entender como essa perda pode acontecer numa noite.
O horário de 06h30 é fictício, acrescentado à imagem para fazer a conta. São 5h43 na cama, não uma medida de sono real. Explique a diferença de 2h17 até o mínimo recomendado de 8h, sem chamar isso de dívida exata de sono. Para os efeitos em atenção e aprendizagem, veja NIH/NHLBI, Why Is Sleep Important, nas referências adicionais. Não transforme uma noite ruim em diagnóstico. PASSAGEM: Agora pense no que acontece com a atenção durante o dia.
Dê o resultado em menos de um minuto e use o restante para explicar sua relevância: o aparelho solicita retorno sem que a pessoa tenha decidido iniciar uma tarefa. O estudo recrutou 203 jovens; 199 tinham registros de notificações. Não era amostra representativa de todos os adolescentes e não mediu episódios de ansiedade. Não retome a antiga sequência de média/mediana: basta dizer que se trata do valor central da distribuição. PASSAGEM: Essa disputa aparece justamente quando uma atividade exige continuidade.
Exemplo didático, sem simular um experimento científico. Reconstrua uma situação de estudo em voz alta. Não afirme um número universal de minutos para recuperar o foco. A conclusão prática é observar se a rotina permite blocos de raciocínio. Se perguntarem sobre multitarefa, use tarefas cognitivamente exigentes como exemplo, sem igualar ouvir música a responder mensagens. PASSAGEM: A presença dividida também afeta o encontro com outras pessoas.
Retome o resultado sobre solidão, sem atribuir a ele esta cena fictícia. Distinga acesso a contatos e sentimento de pertencimento. Não conclua que amizade online é falsa; ela pode ser importante. O ponto é verificar o que está sendo oferecido e o que está faltando naquela relação. PASSAGEM: Além de acompanhar os outros, passamos a usar a vida deles como medida da nossa.
Peça que olhem primeiro para a tela do aparelho e depois para o ambiente. A cena foi criada para mostrar seleção de enquadramento. Transfira para notas, aparência e vida social: comparar o próprio dia inteiro com recortes dos outros produz uma comparação desigual. Não diga que toda postagem esconde sofrimento. PASSAGEM: Essas pressões podem aparecer de maneiras diferentes entre adolescentes.
São ênfases do livro, não perfis obrigatórios nem explicações biológicas estabelecidas. Retome que o indicador de sofrimento aumentou nos dois grupos. Um menino também pode sofrer com imagem corporal; uma menina também pode se isolar em jogos. Explique o processo observado em vez de encaixar o aluno em um estereótipo. PASSAGEM: Há ainda uma dificuldade comum a muitos usos: conseguir encerrar.
Apresente o fluxo como explicação didática de design e hábito, não como diagnóstico neuroquímico. Não use “dopamina esgotada” ou prazo de desintoxicação. O sinal relevante para avaliar o uso é a perda de controle acompanhada de prejuízo, não gostar muito de um aplicativo. Não peça levantamento público de quem é “viciado”. PASSAGEM: Vamos juntar os quatro impactos numa história só.
VIRADA, 5 MINUTOS. Caso fictício de aplicação. Leia inteiro e deixe a turma pensar. Pergunte primeiro qual ligação identificam; depois peça uma mudança. Possíveis respostas: estudar sem chamadas reduz a fragmentação; antecipar o encerramento protege a noite; retomar o contato presencial oferece convivência. Não há prova de que os fatos tenham uma única causa. Se a turma ficar em silêncio, modele a ligação entre dormir tarde e recusar o convite. Não peça relatos íntimos. Feche: os efeitos podem se reforçar; atuar cedo em um ponto pode ajudar. PASSAGEM: Se mudar a rotina pode ajudar, o que aconteceu quando pesquisadores testaram uma mudança?
Estudo de Hunt e colegas, 2018. Não foi uma pesquisa de Haidt, mas é relevante para a discussão experimental. Eram universitários de 18–22 anos. O limite era de 10 minutos em cada uma das três redes, não 30 minutos de todo uso do celular. O estudo não determinou uma dose ideal nem uma regra universal para adolescentes. Não diga que a redução curou depressão. O sorteio torna a comparação causal mais informativa dentro desse contexto. PASSAGEM: Outra mudança testada ocorreu na organização da escola.
Dunster e colegas, 2018. Comparação antes/depois: 92 estudantes em 2016 e outro grupo de 88 em 2017, em duas escolas. Não foi sorteio nem acompanhamento das mesmas pessoas. O achado ilustra uma condição coletiva que pode favorecer o sono; não testa a tese dos smartphones. Os grupos não passaram a dormir significativamente mais tarde. Houve também notas mais altas em biologia, mas o desenho não permite prometer ganho de nota ao mudar o horário em qualquer escola. Destaque os 34 minutos e a ideia de que a organização do dia importa, evitando outra sequência de números. PASSAGEM: Essas pesquisas mostram possibilidades reais, sem reduzir toda a crise a uma única causa.
Retome a crítica de Candice Odgers à atribuição principal da crise aos smartphones. Distinguir interpretação e evidência evita duas conclusões ruins: que tudo é culpa do celular ou que não há motivo para cuidado. Os percentuais americanos e as estimativas de pesquisas internacionais não são estimativas desta turma. Se alguém disser “mas comigo ajuda”, acolha: um benefício real não elimina todos os custos possíveis. PASSAGEM: A resposta prática deve enfrentar os custos que já conseguimos reconhecer.
Retome Lucas. Proponha três exemplos de combinação, sem impor promessa pública: avisos não urgentes fora do estudo; horário de encerramento para proteger o sono; encontro em que o grupo esteja disponível para conversar. Preserve um canal para recados necessários. A imagem mostra uma possibilidade de convivência, não uma receita obrigatória. Haidt defende ações coletivas; escolher uma medida deve considerar o contexto da escola. PASSAGEM: O que essa discussão muda na preparação de vocês para a vida adulta?
Feche retomando os dois dados históricos: houve avanços reais, como a redução do álcool, e mudanças no convívio que merecem atenção. Os números descrevem condições, não determinam o futuro de cada aluno. Diga: vocês vão precisar trabalhar com pessoas, tomar decisões, enfrentar frustrações e responder por compromissos. Isso começa a ser aprendido agora, nas amizades, na família e na escola. Fortalecer-se inclui reconhecer limites e buscar apoio; ansiedade ou depressão não são falta de força. Peça duas respostas voluntárias à pergunta final, sem relatos íntimos nem promessas públicas. Valorize exemplos concretos: assumir uma parte do trabalho em grupo, cumprir um horário, incluir um colega, conversar para resolver um conflito. Encerre: vocês podem contribuir para que a convivência seja melhor e crescer enquanto fazem isso. PASSAGEM: Encerramento: reconhecer a realidade, participar da vida em sociedade e assumir responsabilidades possíveis.
1º e 2º anos · Eu e o mundo
Alternativa narrativa: o custo de mudar quando os outros continuam.
Participação exclusivamente oral, com o professor. Sem escrita ou atividades em grupo.
Ritmo: O custo de ficar de fora faz uma decisão individual depender de um acordo coletivo.
Conversa com a turma: aproximadamente 26 minutos previstos no percurso de 50 minutos. Estimativa de condução, ajustável às respostas.
Dinâmicas: Discussão de um acordo coletivo.
Ato: Propor um acordo que preserve os recados importantes.
A mesa representa uma coordenação possível, não uma regra universal. Introduza Lia: ela deseja descansar sem perder recados importantes. A aula examina o que um acordo precisa preservar e como dividir responsabilidades, em vez de cobrar apenas força de vontade individual. Ilustração conceitual criada para esta aula; não é registro de pesquisa nem fotografia documental.
Condução: leia ou conte a cena inteira antes de comentá-la. Leitura complementar. Comece pela necessidade de Lia de saber do encontro. Não exigir que esta aula seja acrescentada à sequência 12–13.
Dê tempo para observar. Peça uma justificativa ancorada no que aparece na tela. Retome a cena anterior antes de avançar.
Condução: conversa direta com o professor; peça razões e acompanhe a resposta, sem distribuir papéis. Peça uma sugestão e a dificuldade que ela resolve. Retome o argumento depois de considerar exceções. Reserva: esta tela sai dos percursos de 45 e 40 minutos. Composição R14: imagem integrada ao slide; mantenha a legenda fora dos rostos e dos detalhes em análise.
Leia devagar. Ouça uma resposta e peça que localize a razão nos fatos do caso. Não peça relatos pessoais. Esta pausa muda a interpretação antes da próxima evidência.
Condução: exposição do professor; não abrir uma rodada de respostas nesta tela. Bursztyn e colegas: não extrapolar preferências de usuários universitários para todos os adolescentes. Não universalizar valores monetários ou dizer que ninguém fica por prazer.
Experimentos incentivados com universitários e duas plataformas. Não apresentar este quadro qualitativo como valores monetários medidos.
EXPOSIÇÃO DO PROFESSOR. Estudo com universitários, TikTok e Instagram. Explique externalidade em linguagem comum: uma decisão dos outros altera meu custo. Não usar a matriz didática como reprodução literal de valores monetários.
Condução: conversa direta com o professor; peça razões e acompanhe a resposta, sem distribuir papéis. O professor escuta uma proposta de acordo e acrescenta a necessidade de um recado importante. A turma responde oralmente. Apoio conceitual da versão anterior: Intervalo Horário combinado Feed pode esperar Recado útil Canal definido Chega a todos Urgência Exceção prevista Sem punir necessidade Leitura visual: O jogo ocupa a mesa; os aparelhos foram colocados ao lado por um combinado coletivo. A imagem é uma situação construída para análise, não um registro de pesquisa. Composição R14: imagem integrada ao slide; mantenha a legenda fora dos rostos e dos detalhes em análise.
Dê tempo para observar. Peça uma justificativa ancorada no que aparece na tela. Retome a cena anterior antes de avançar.
Explique que o acordo inclui o que fazer quando alguém precisa atender. O objetivo da cena é tornar visíveis responsabilidades compartilhadas, sem transformar uma exceção em quebra de confiança. Composição R14: imagem integrada ao slide; mantenha a legenda fora dos rostos e dos detalhes em análise.
Leia devagar. Ouça uma resposta e peça que localize a razão nos fatos do caso. Não peça relatos pessoais. Esta pausa muda a interpretação antes da próxima evidência.
EXPOSIÇÃO DO PROFESSOR. Mostre a diferença entre pedir que Lia seja disciplinada e mudar a condição coletiva. Não impor norma universal: o exercício ensina como uma regra age sobre a situação. A participação vem depois dessa explicação.
Condução: conversa direta com o professor; peça razões e acompanhe a resposta, sem distribuir papéis. Problematizar sem transformar falha em caráter. Evitar promessa de unanimidade ou vigilância de colegas. Apoio conceitual da versão anterior: 01 Mensagem necessária 02 Canal alternativo 03 Confirmação de que chegou Leitura visual: O canal de contato precisa ser definido: não basta retirar os aparelhos da mesa. A imagem é uma situação construída para análise, não um registro de pesquisa. Composição R14: imagem integrada ao slide; mantenha a legenda fora dos rostos e dos detalhes em análise.
Dê tempo para observar. Peça uma justificativa ancorada no que aparece na tela. Retome a cena anterior antes de avançar. Reserva: esta tela sai dos percursos de 45 e 40 minutos.
EXPOSIÇÃO DO PROFESSOR. Explique dois exemplos antes de abrir a negociação. Evite passar vinte minutos pedindo opiniões sem critério. Cada proposta deve responder a três pontos: o intervalo, o canal necessário e como se confere a chegada do aviso.
Condução: conversa direta com o professor; peça razões e acompanhe a resposta, sem distribuir papéis. Nunca cortar. Agência compartilhada sem controle da intimidade. Volte à pergunta de Lia sobre o encontro. Permita pensar em silêncio ou comentar o caso fictício, sem exigir relato pessoal. Preserve os cinco minutos desta virada.
Condução: conversa direta com o professor; peça razões e acompanhe a resposta, sem distribuir papéis. Retome o caso em conversa direta com a turma. Examine se o acordo inclui quem precisa receber um recado. A participação é voluntária. Não solicitar tarefa escrita.
Condução: exposição do professor; não abrir uma rodada de respostas nesta tela. Retome o caso em conversa direta com a turma. Examine se o acordo inclui quem precisa receber um recado. A participação é voluntária. Não solicitar tarefa escrita. No percurso de 40 minutos, esta passagem dispõe de 1 minuto(s), em vez de 6.